terça-feira, 25 de agosto de 2009

"Os pilares da Terra"

Este Blogue não se baseia apenas na literatura infantil - embora ela tenha aqui um destaque superior - mas também noutras leituras... as minhas.
Este mês, a minha escolha recaiu sobre:
"Os Pilares da Terra", de Ken Follett.


Nos últimos meses tenho lido vários livros e cada um tem, à sua maneira, sido um degrau que tenho ultrapassado. Sempre gostei de ler, mas aqueles "calhamaços" são os que mais me cativam. É que se tornam um desafio, sabem? Nunca sei quando o vou terminar, se vou ler seguido, ou interromper... mas sei que vou ter toda a atenção ao ler.

Um dia talvez releia... ou não. Mas gosto particularmente de ter livros em casa, sabê-los meus. E este é mais um título que acrescentei à minha coleção. E fica desde já a vontade de procurar o segundo volume, para saber a continuação da história. Não conhecia Ken Follett, mas fiquei fã assim que comecei a ler este livro. O verão e os turnos à noite nos bombeiros, permitem-me o luxo de ter tempo para mim e para ler. Pode parecer um pouco controverso, mas é a verdade.

 

E sabe bem, ler noite dentro, ou pela manhã cedinho, antes de regressar ao trabalho.

 

Momentos...

"Os pilares da Terra"

Este Blogue não se baseia apenas na literatura infantil - embora ela tenha aqui um destaque superior - mas também noutras leituras... as minhas.
Este mês, a minha escolha recaiu sobre:
"Os Pilares da Terra", de Ken Follett.


Nos últimos meses tenho lido vários livros e cada um tem, à sua maneira, sido um degrau que tenho ultrapassado. Sempre gostei de ler, mas aqueles "calhamaços" são os que mais me cativam. É que se tornam um desafio, sabem? Nunca sei quando o vou terminar, se vou ler seguido, ou interromper... mas sei que vou ter toda a atenção ao ler.

Um dia talvez releia... ou não. Mas gosto particularmente de ter livros em casa, sabê-los meus. E este é mais um título que acrescentei à minha coleção. E fica desde já a vontade de procurar o segundo volume, para saber a continuação da história. Não conhecia Ken Follett, mas fiquei fã assim que comecei a ler este livro. O verão e os turnos à noite nos bombeiros, permitem-me o luxo de ter tempo para mim e para ler. Pode parecer um pouco controverso, mas é a verdade.

 

E sabe bem, ler noite dentro, ou pela manhã cedinho, antes de regressar ao trabalho.

 

Momentos...

A águia e a Gralha

A Águia e a Gralha


Uma Águia, saindo do seu ninho no alto de um penhasco, capturou uma ovelha e a levou presa às suas fortes garras.
Uma Gralha, que testemunhara a tudo, tomada de inveja, decidiu que poderia fazer a mesma coisa.
Ela então voou para alto e tomou impulso, e com grande velocidade, atirou-se sobre uma ovelha, com a intenção de também carregá-la presa às suas garras.
Ocorre que estas acabaram por ficar embaraçadas no espesso manto de lã da Ovelha, e isso a impediu inclusive de soltar-se, embora o tentasse com todas as suas forças.
O Pastor das ovelhas, vendo o que estava acontecendo, capturou-a. Feito isso, cortou suas penas, de modo que não pudesse mais voar. À noite a levou para casa, e entregou como brinquedo para seus filhos.
“Que pássaro engraçado é esse?”, perguntou um deles.
“Ele é uma Gralha meus filhos. Mas se você lhe perguntar, ele dirá que é uma Águia.”

Autor: Esopo
Moral da História: Não devemos permitir que a ambição nos conduza para além dos nossos limites.


A águia e a Gralha

A Águia e a Gralha


Uma Águia, saindo do seu ninho no alto de um penhasco, capturou uma ovelha e a levou presa às suas fortes garras.
Uma Gralha, que testemunhara a tudo, tomada de inveja, decidiu que poderia fazer a mesma coisa.
Ela então voou para alto e tomou impulso, e com grande velocidade, atirou-se sobre uma ovelha, com a intenção de também carregá-la presa às suas garras.
Ocorre que estas acabaram por ficar embaraçadas no espesso manto de lã da Ovelha, e isso a impediu inclusive de soltar-se, embora o tentasse com todas as suas forças.
O Pastor das ovelhas, vendo o que estava acontecendo, capturou-a. Feito isso, cortou suas penas, de modo que não pudesse mais voar. À noite a levou para casa, e entregou como brinquedo para seus filhos.
“Que pássaro engraçado é esse?”, perguntou um deles.
“Ele é uma Gralha meus filhos. Mas se você lhe perguntar, ele dirá que é uma Águia.”

Autor: Esopo
Moral da História: Não devemos permitir que a ambição nos conduza para além dos nossos limites.


segunda-feira, 17 de agosto de 2009

A Fábula


A fábula é um género narrativo que se diz ter surgido no Oriente, mas foi particularmente desenvolvido por um escravo chamado Esopo, que viveu no século 6º. a.C., na Grécia antiga.

 

Esopo inventava histórias em que os animais eram os personagens. Muitos autores e estudiosos dizem que o próprio Esopo é também ele uma personagem inventada.


Por meio dos diálogos entre os bichos e das situações que os envolviam, ele procurava transmitir sabedoria de caráter moral ao homem. Assim, os animais, nas fábulas, tornam-se exemplos para o ser humano. Cada bicho simboliza algum aspecto ou qualidade do homem como, por exemplo, o leão representa a força; a raposa, a astúcia; a formiga, o trabalho, etc.
É uma narrativa inverossímil, com fundo didático.
Quando os personagens são seres inanimados, objectos, a fábula recebe o nome de apólogo. A temática é variada e contempla tópicos como a vitória da fraqueza sobre a força, da bondade sobre a astúcia e a derrota de preguiçosos.


La Fontaine foi outro grande fabulista, imprimindo à fábula grande refinamento.

George Orwell, com a sua Revolução dos Bichos (Animal Farm), compôs uma fábula (embora num sentido mais amplo e de sátira política).

As literaturas portuguesa e brasileira também cultivaram o género com Sá de Miranda, Diogo Bernardes, Manoel de Melo, Bocage, Monteiro Lobato e outros. Resumindo, podemos dizer que as fábulas são narrativas curtas, em que os personagens são animais e que no final mostra sempre uma lição de moral!

 

Aqui vos deixo uma pequenina fábula, para exemplificar:

 

Um dia a Lebre encontrou a Tartaruga e ridicularizou o seu passo lento e miudinho.
- Muito bem - respondeu a Tartaruga sorrindo. – Apesar de seres tão veloz como o vento, vou ganhar-te numa corrida.
A Lebre, pensando que tal era impossível, aceitou o desafio. Resolveram entre elas que a raposa escolheria o percurso e seria o árbitro da corrida. No dia combinado, encontraram-se e partiram juntas.
A Tartaruga começou a andar no seu passo lento e miudinho, nunca parando pelo caminho, direita até à meta.
A Lebre largou veloz, mas algum tempo depois deitou-se à beira do caminho e adormeceu. Quando acordou, recomeçou a correr o mais rapidamente que pode. Mas já era tarde... Quando chegou à meta, verificou que a Tartaruga tinha ganho a aposta e que já estava a descansar confortavelmente.

Moral da história: Devagar mas com persistência completas todas as tarefas.



 

Fontes:


 

A Fábula


A fábula é um género narrativo que se diz ter surgido no Oriente, mas foi particularmente desenvolvido por um escravo chamado Esopo, que viveu no século 6º. a.C., na Grécia antiga.

 

Esopo inventava histórias em que os animais eram os personagens. Muitos autores e estudiosos dizem que o próprio Esopo é também ele uma personagem inventada.


Por meio dos diálogos entre os bichos e das situações que os envolviam, ele procurava transmitir sabedoria de caráter moral ao homem. Assim, os animais, nas fábulas, tornam-se exemplos para o ser humano. Cada bicho simboliza algum aspecto ou qualidade do homem como, por exemplo, o leão representa a força; a raposa, a astúcia; a formiga, o trabalho, etc.
É uma narrativa inverossímil, com fundo didático.
Quando os personagens são seres inanimados, objectos, a fábula recebe o nome de apólogo. A temática é variada e contempla tópicos como a vitória da fraqueza sobre a força, da bondade sobre a astúcia e a derrota de preguiçosos.


La Fontaine foi outro grande fabulista, imprimindo à fábula grande refinamento.

George Orwell, com a sua Revolução dos Bichos (Animal Farm), compôs uma fábula (embora num sentido mais amplo e de sátira política).

As literaturas portuguesa e brasileira também cultivaram o género com Sá de Miranda, Diogo Bernardes, Manoel de Melo, Bocage, Monteiro Lobato e outros. Resumindo, podemos dizer que as fábulas são narrativas curtas, em que os personagens são animais e que no final mostra sempre uma lição de moral!

 

Aqui vos deixo uma pequenina fábula, para exemplificar:

 

Um dia a Lebre encontrou a Tartaruga e ridicularizou o seu passo lento e miudinho.
- Muito bem - respondeu a Tartaruga sorrindo. – Apesar de seres tão veloz como o vento, vou ganhar-te numa corrida.
A Lebre, pensando que tal era impossível, aceitou o desafio. Resolveram entre elas que a raposa escolheria o percurso e seria o árbitro da corrida. No dia combinado, encontraram-se e partiram juntas.
A Tartaruga começou a andar no seu passo lento e miudinho, nunca parando pelo caminho, direita até à meta.
A Lebre largou veloz, mas algum tempo depois deitou-se à beira do caminho e adormeceu. Quando acordou, recomeçou a correr o mais rapidamente que pode. Mas já era tarde... Quando chegou à meta, verificou que a Tartaruga tinha ganho a aposta e que já estava a descansar confortavelmente.

Moral da história: Devagar mas com persistência completas todas as tarefas.



 

Fontes:


 

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Aladino

Hoje deixo-vos uma história infantil. Adoro a história de Aladino, um rapaz pobre que luta por vencer na vida, numa sociedade em que os ricos são muito ricos e os pobres muito pobres. As histórias infantis vão sendo adaptadas ao longo dos anos, mudadas ao longo dos séculos e apresentam versões diferentes conforme o local onde são contadas. Apesar deste conto ser um dos mais famosos da coletânea árabe As Mil e Uma Noites. Sabe-se, porém, que a história foi acrescentada à coletânea pelo orientalista francês Antoine Galland, responsável pela tradução que popularizou a obra no Ocidente.


A origem do conto é difícil de datar pela falta de elementos no texto que ajudem a situar a ação. Segundo o estudioso René R. Khawam, é possível que o conto tenha origem na segunda metade do século XI, entre a história de Simbad (fins do século VIII) e as Mil e Uma Noites (compiladas em árabe a partir do século XIII)." Outros supõem que pode ter uma origem ainda mais antiga tendo sido descobertos "paralelos com histórias contidas em papiros da Antiguidade helenística e romana do Egito." 


"Ainda outros autores creem que o conto de Aladino contém muitos elementos europeus - introduzidos na versão de Galland." Nesta versão e nas que nela se influenciam, Aladino é "descrito como um jovem adolescente que se recusa a aprender o ofício do pai, que é alfaiate, sendo descrito por sua mãe como imaturo, "esquecido que não é mais criança". Mesmo depois da morte do pai, quando tinha quinze anos, ele não se modifica – é travesso e prefere brincar a trabalhar. Por este motivo, é também descrito como mau e desobediente." Um jovem que facilmente seria enganado por um falso tio que se aproxima dele e lhe oferece um anel.



Numa cidade, vivia Aladino e a sua mãe. Eles eram muito pobres.
Um dia, aproximou-se dele um homem que parecia ser nobre e que o chamou e lhe disse que era seu tio. O homem ofereceu um anel ao jovem e pediu-lhe 
que o acompanhasse e, como se de uma ordem se tratasse, Aladino obedeceu.

De repente, o solo abriu-se e Aladino viu uma pedra com uma argola amarela como o ouro e o homem disse a Aladino:

- Levanta-a que é um tesouro.

Aladino obedeceu ao homem, que era um mago.
Ao levantar a pedra, uma cova abriu-se a seus pés.
- Desce e verás um tesouro monumental. - disse-lhe o mago.

Aladino desceu e viu riquezas fantásticas: moedas de ouro, pérolas
diamantes... mas depressa o mago gritou:

- Traz-me imediatamente essa lâmpada.

 


Aladino nesta versão "entra na caverna e pega" na lâmpada, "mas o mago" ou feiticeiro, "tenta ludibriá-lo na saída da gruta, e ele acaba preso na caverna com a lâmpada."



Aladino pediu socorro e ao rodar o tal anel, que o homem lhe oferecera, apareceu-lhe um génio, que lhe perguntou amavelmente:
- Que desejas meu amo?
- Quero sair daqui, ter um palácio para mim e muitas riquezas para dar à minha mãe.
Desde então, Aladino tinha tudo o que pedia.

Um dia apaixonou-se pela filha do sultão que era muito bonita. Graças ao génio, Aladino apresentou-se no palácio do sultão num coche de ouro, carregado de riquezas para a princesa.

O Sultão, ao ver que Aladino era bom, jovem e rico, concedeu-lhe a mão de sua filha, herdeira do trono. E casaram-se.

 


"Ao transformar radicalmente sua realidade pessoal tornando-se príncipe, transforma-se em adulto, casa-se e passa a ser o governador de seu reino."


Um dia, o malvado do mago apareceu-lhe disfarçado de mercador e trocou a lâmpada mágica por outra que não tinha poder mágico.
O mago, na posse da lâmpada mágica esfregou-a e pediu ao génio que lhe levasse o palácio e a princesa para um país longínquo e desconhecido.
E assim aconteceu.
Quando Aladino se apercebeu do que lhe tinha acontecido, lembrou-se que ainda tinha o anel e portanto um geniozinho.
- Traz-me a minha querida esposa, a lâmpada mágica, o meu palácio e envia esse mago maldito para um lugar de onde nunca mais possa voltar.
Dito e feito.

 


Noutra versão, quando invoca o seu génio, Aladino pede-lhe que o "transporte ao Magreb, onde mata o feiticeiro, recupera a lâmpada e traz de volta seu palácio."


A partir daí, a sua esposa nunca mais o deixou. 


Existem versões em que "tempos depois, o irmão do feiticeiro resolve vingar aquela morte, assassinando uma velha asceta e curandeira e, usando os trajes dela e imitando-lhe os modos, engana a mulher de Aladim e se introduz no palácio. Aladino, alertado pelo génio da lâmpada, mata o impostor." E todas terminam mais ou menos assim:


Aladino e a esposa, viveram muitos anos e foram muito felizes.

 


Aladino

Hoje deixo-vos uma história infantil. Adoro a história de Aladino, um rapaz pobre que luta por vencer na vida, numa sociedade em que os ricos são muito ricos e os pobres muito pobres. As histórias infantis vão sendo adaptadas ao longo dos anos, mudadas ao longo dos séculos e apresentam versões diferentes conforme o local onde são contadas. Apesar deste conto ser um dos mais famosos da coletânea árabe As Mil e Uma Noites. Sabe-se, porém, que a história foi acrescentada à coletânea pelo orientalista francês Antoine Galland, responsável pela tradução que popularizou a obra no Ocidente.


A origem do conto é difícil de datar pela falta de elementos no texto que ajudem a situar a ação. Segundo o estudioso René R. Khawam, é possível que o conto tenha origem na segunda metade do século XI, entre a história de Simbad (fins do século VIII) e as Mil e Uma Noites (compiladas em árabe a partir do século XIII)." Outros supõem que pode ter uma origem ainda mais antiga tendo sido descobertos "paralelos com histórias contidas em papiros da Antiguidade helenística e romana do Egito." 


"Ainda outros autores creem que o conto de Aladino contém muitos elementos europeus - introduzidos na versão de Galland." Nesta versão e nas que nela se influenciam, Aladino é "descrito como um jovem adolescente que se recusa a aprender o ofício do pai, que é alfaiate, sendo descrito por sua mãe como imaturo, "esquecido que não é mais criança". Mesmo depois da morte do pai, quando tinha quinze anos, ele não se modifica – é travesso e prefere brincar a trabalhar. Por este motivo, é também descrito como mau e desobediente." Um jovem que facilmente seria enganado por um falso tio que se aproxima dele e lhe oferece um anel.



Numa cidade, vivia Aladino e a sua mãe. Eles eram muito pobres.
Um dia, aproximou-se dele um homem que parecia ser nobre e que o chamou e lhe disse que era seu tio. O homem ofereceu um anel ao jovem e pediu-lhe 
que o acompanhasse e, como se de uma ordem se tratasse, Aladino obedeceu.

De repente, o solo abriu-se e Aladino viu uma pedra com uma argola amarela como o ouro e o homem disse a Aladino:

- Levanta-a que é um tesouro.

Aladino obedeceu ao homem, que era um mago.
Ao levantar a pedra, uma cova abriu-se a seus pés.
- Desce e verás um tesouro monumental. - disse-lhe o mago.

Aladino desceu e viu riquezas fantásticas: moedas de ouro, pérolas
diamantes... mas depressa o mago gritou:

- Traz-me imediatamente essa lâmpada.

 


Aladino nesta versão "entra na caverna e pega" na lâmpada, "mas o mago" ou feiticeiro, "tenta ludibriá-lo na saída da gruta, e ele acaba preso na caverna com a lâmpada."



Aladino pediu socorro e ao rodar o tal anel, que o homem lhe oferecera, apareceu-lhe um génio, que lhe perguntou amavelmente:
- Que desejas meu amo?
- Quero sair daqui, ter um palácio para mim e muitas riquezas para dar à minha mãe.
Desde então, Aladino tinha tudo o que pedia.

Um dia apaixonou-se pela filha do sultão que era muito bonita. Graças ao génio, Aladino apresentou-se no palácio do sultão num coche de ouro, carregado de riquezas para a princesa.

O Sultão, ao ver que Aladino era bom, jovem e rico, concedeu-lhe a mão de sua filha, herdeira do trono. E casaram-se.

 


"Ao transformar radicalmente sua realidade pessoal tornando-se príncipe, transforma-se em adulto, casa-se e passa a ser o governador de seu reino."


Um dia, o malvado do mago apareceu-lhe disfarçado de mercador e trocou a lâmpada mágica por outra que não tinha poder mágico.
O mago, na posse da lâmpada mágica esfregou-a e pediu ao génio que lhe levasse o palácio e a princesa para um país longínquo e desconhecido.
E assim aconteceu.
Quando Aladino se apercebeu do que lhe tinha acontecido, lembrou-se que ainda tinha o anel e portanto um geniozinho.
- Traz-me a minha querida esposa, a lâmpada mágica, o meu palácio e envia esse mago maldito para um lugar de onde nunca mais possa voltar.
Dito e feito.

 


Noutra versão, quando invoca o seu génio, Aladino pede-lhe que o "transporte ao Magreb, onde mata o feiticeiro, recupera a lâmpada e traz de volta seu palácio."


A partir daí, a sua esposa nunca mais o deixou. 


Existem versões em que "tempos depois, o irmão do feiticeiro resolve vingar aquela morte, assassinando uma velha asceta e curandeira e, usando os trajes dela e imitando-lhe os modos, engana a mulher de Aladim e se introduz no palácio. Aladino, alertado pelo génio da lâmpada, mata o impostor." E todas terminam mais ou menos assim:


Aladino e a esposa, viveram muitos anos e foram muito felizes.

 


domingo, 2 de agosto de 2009

O conto Infantil


Tenho uma paixão imensa pelos Contos Infantis, principalmente os mais tradicionais, popularmente contados, transmitidos pela oralidade do povo. A esses se juntam as cantilenas, lenga-lengas e provérbios, fábulas, lendas e adivinhas, tanto e tão rico material para levar ao entusiasmo pela leitura. Os contos infantis levam-nos numa viagem pela imaginação, pois tudo se torna possível, tudo é permitido.

 

Num livro infantil, as ilustrações são muito importantes na medida em que fazem a criança ver a narrativa com outros olhos, permitindo-lhe "ler" a história à sua própria maneira mesmo sem saber juntar as letras. Como educadora, considero de extrema importância ler livros e contar histórias. Inventar nunca está fora de questão, bem como deixar as ideias das próprias crianças fluir e serem elas a contar as suas histórias.

Os contos de fadas permitem à criança sonhar, mas também são uma forma de transmitir sentimentos e estados de espírito: medos, sonhos, receios, paixões, emoções...

Não concordam?

O conto Infantil


Tenho uma paixão imensa pelos Contos Infantis, principalmente os mais tradicionais, popularmente contados, transmitidos pela oralidade do povo. A esses se juntam as cantilenas, lenga-lengas e provérbios, fábulas, lendas e adivinhas, tanto e tão rico material para levar ao entusiasmo pela leitura. Os contos infantis levam-nos numa viagem pela imaginação, pois tudo se torna possível, tudo é permitido.

 

Num livro infantil, as ilustrações são muito importantes na medida em que fazem a criança ver a narrativa com outros olhos, permitindo-lhe "ler" a história à sua própria maneira mesmo sem saber juntar as letras. Como educadora, considero de extrema importância ler livros e contar histórias. Inventar nunca está fora de questão, bem como deixar as ideias das próprias crianças fluir e serem elas a contar as suas histórias.

Os contos de fadas permitem à criança sonhar, mas também são uma forma de transmitir sentimentos e estados de espírito: medos, sonhos, receios, paixões, emoções...

Não concordam?

sábado, 1 de agosto de 2009

Mensagem de boas vindas

Olá. O meu nome é Elsa e tenho 25 anos (quase 26...).


Conheci o mundo dos blogs há pouco tempo e fiquei com a ideia de iniciar um blog sobre uma das minhas paixões: os livros, por isso, sejam bem vindos ao meu primeiro blog sobre livros e atividades a eles relacionados.


Sou licenciada em Educação de infância, mas a vida dá muitas voltas e agora trabalho numa outra área. No entanto, a área que mais me apaixona é a da escrita e a da leitura e por isso não poderia deixar de aproveitar esta oportunidade para a desenvolver. Sou uma leitura assídua, mas como a minha profissão girava em torno dos mais novinhos acabava por desenvolver diversos trabalhos tendo por base a literatura infantil. Apesar de já não estar no ativo como educadora de infância, ainda gosto de contar histórias. Sinto que um livro é um excelente ponto de partida para o desenvolvimento de muitas outras atividades. 


Este blog serve para mim como um local de partilha de ideias. Podem aqui encontrar livros, poemas ou fábulas, mas também sugestões sobre temáticas ligadas à literatura infantil, e de como podemos explorar este recurso tão vasto e rico. Mas não só. Passarei por aqui também para mostrar as minhas leituras. Resumir um pouco dos livros que li, dar-vos a minha opinião ou, apenas, mostrar-vos novas sugestões. Espero que este seja um local de partilha.

"Sonata em Auschwitz"

Este livro de Luize Valente leva-nos através de Amália, uma portuguesa com ascendência alemã, pela história de uma mãe que teve a sua bebé n...