O primeiro romance de Augusto Cury. Comecei a lê-lo a 20 de maio de 2011.
Marco Polo é um navegador. Não um navegador de barco e vela, mas um descobridor de mentes e de pensamentos. Um estudante de medicina que se impressiona com a sua primeira aula de anatomia e com a desumanização da medicina. Provocador, embora sem ser maldoso, consegue o seu primeiro intento - conhecer a identidade do homem cujo corpo jaz na mesa da aula de anatomia, prestes a ser dissecado pelos estudantes. Com a sua descoberta, novos caminhos se abrem: os da mente humana e os do coração.
Capítulo 1
"A ansiedade pulsava no interior de alguns jovens. Um grande sonho encenava-se no teatro das suas emoções. Movidos pela euforia, percorriam como crianças os corredores das salas de aula da Faculdade de Medicina. Olhos fixos nas paredes, cativados pelas estranhas e belas imagens que retratavam pormenores do tórax e dos músculos. Imagens de corpos nus dissecados revelavam que por dentro os seres humanos foram sempre mais parecidos do que imaginaram. A fotografia de um cérebro, saturado de reentrâncias, como riachos que sulcam a terra, indicava o centro vital da nossa inteligência e das nossas loucuras."
Um livro magnífico que recomendo vivamente. Para ler com calma, mastigando cada frase, cada pensamento, cada declaração.
quarta-feira, 3 de julho de 2019
"A saga de um pensador"
sexta-feira, 17 de maio de 2019
"Este país não é para velhos"
Este livro chegou a mim em 2011. Já tinha ouvido falar da história, até porque saiu o filme, mas sinceramente não me tinha ainda despertado o interesse.
O autor é Cormac Mc Carthy. Quando Llewelyn Moss encontra uma mala cheia de dinheiro, depois de um tiroteio entre narcotraficantes, pensa que lhe saiu a sorte grande.
Mas afinal, este ato, transforma a sua vida num inferno. Entre os vários perseguidores, está um homem com uma estranha arma pneumática, cuja máxima concessão de piedade consiste em atirar uma moeda ao ar para decidir o destino das suas vítimas. E há um velho xerife que fará o necessário para ajudar as pessoas que jurou proteger.
É uma história difícil de seguir, não pela linguagem em si, mas pela forma de pontuação usada. Faltam as entradas de diálogo e a distinção entre cada uma das personagens, o que torna por vezes o enredo difícil de entender. O final da história também é um pouco confuso, fica muita coisa em suspenso, parece que falta ali o próprio final.
O filme, para ter ganho tantos prémios, deve ter sido muito bem estruturado, mas o livro pelo menos a mim deixou-me algumas dúvidas. Gostei mas não adorei. Fiquei com vontade de saber como acaba a história e atenção que eu li tudo até ao fim!
"D. Maria II"
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