O primeiro romance de Augusto Cury. Comecei a lê-lo a 20 de maio de 2011.
Marco Polo é um navegador. Não um navegador de barco e vela, mas um descobridor de mentes e de pensamentos. Um estudante de medicina que se impressiona com a sua primeira aula de anatomia e com a desumanização da medicina. Provocador, embora sem ser maldoso, consegue o seu primeiro intento - conhecer a identidade do homem cujo corpo jaz na mesa da aula de anatomia, prestes a ser dissecado pelos estudantes. Com a sua descoberta, novos caminhos se abrem: os da mente humana e os do coração.
Capítulo 1
"A ansiedade pulsava no interior de alguns jovens. Um grande sonho encenava-se no teatro das suas emoções. Movidos pela euforia, percorriam como crianças os corredores das salas de aula da Faculdade de Medicina. Olhos fixos nas paredes, cativados pelas estranhas e belas imagens que retratavam pormenores do tórax e dos músculos. Imagens de corpos nus dissecados revelavam que por dentro os seres humanos foram sempre mais parecidos do que imaginaram. A fotografia de um cérebro, saturado de reentrâncias, como riachos que sulcam a terra, indicava o centro vital da nossa inteligência e das nossas loucuras."
Um livro magnífico que recomendo vivamente. Para ler com calma, mastigando cada frase, cada pensamento, cada declaração.
quarta-feira, 3 de julho de 2019
"A saga de um pensador"
sábado, 16 de julho de 2011
"O vendedor de sonhos"
"O vendedor de sonhos" de Augusto Cury, degue-se à leitura do livro "A saga de um pensador" do mesmo autor, por isso a expetativa para este era também grande. Alguém já o leu?
Um homem desconhecido tenta salvar da morte um suicida. De seguida, espalha a mensagem que a sociedade moderna se tornou num manicómio global. O seu discurso fresco e irreverente conquista as pessoas, habituadas a frases feitas e ao «politicamente correcto», ao mesmo tempo que as assusta. O que pensar de um estranho com ar de pedinte que fala da importância de vender sonhos ao ser humano? Uma ideia maravilhosa, mas invulgar… Numa época em que nos habituamos ao ritmo e às exigências desmesuradas de um relógio que não pára, libertarmo-nos das grilhetas da rotina e recuperarmos a consciência do que é, de facto, importante nesta vida pode ser assustador. Mas é fundamental!
Uma viagem ao interior da mente humana. Pelos padrões do que é certo e errado, pelos pressupostos e pelos preconceitos. Sabemos que todos os temos, mas também estamos cientes que nem sempre somos capazes de lidar com eles. O livro tem continuidade.
"O vendedor de sonhos"
"O vendedor de sonhos" de Augusto Cury, degue-se à leitura do livro "A saga de um pensador" do mesmo autor, por isso a expetativa para este era também grande. Alguém já o leu?
Um homem desconhecido tenta salvar da morte um suicida. De seguida, espalha a mensagem que a sociedade moderna se tornou num manicómio global. O seu discurso fresco e irreverente conquista as pessoas, habituadas a frases feitas e ao «politicamente correcto», ao mesmo tempo que as assusta. O que pensar de um estranho com ar de pedinte que fala da importância de vender sonhos ao ser humano? Uma ideia maravilhosa, mas invulgar… Numa época em que nos habituamos ao ritmo e às exigências desmesuradas de um relógio que não pára, libertarmo-nos das grilhetas da rotina e recuperarmos a consciência do que é, de facto, importante nesta vida pode ser assustador. Mas é fundamental!
Uma viagem ao interior da mente humana. Pelos padrões do que é certo e errado, pelos pressupostos e pelos preconceitos. Sabemos que todos os temos, mas também estamos cientes que nem sempre somos capazes de lidar com eles. O livro tem continuidade.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Final de "A saga de um pensador"
Acabei de ler este livro. Foi uma surpresa para mim, pois com um discurso fluido e aparentemente simples, o autor conduz-nos através dos caminhos da mente humana e da própria psique. A psiquiatria é aqui retratada e a doença mental é descrita e desemaranhado como se de um novelo se tratasse. Adorei o final, que fica até muito longe disso. É como se tivesse lido apenas o prefácio e agora me faltassem o resto das páginas do livro. Hoje comprei mais um livro deste autor, mas só terminei este agora à noitinha. Valeu a pena lê-lo. Por vários motivos: foi um prazer - (relembro as palavras de uma educadora que conheci e que foi minha cooperante no curso, que terminava as histórias assim: "Tenho a minha história contada e a minha boca cheia de marmelada" - como se de gula se tratasse a leitura, uma gula boa, daquelas que dão apenas prazer...), fez-me ter vontade de ler mais, e por fim, mas mais importante que isso, fez-me decidir dar uma nova vida a este blogue, que diz falar de livros, mas que se tem mantido nas suas capas, como que com medo de se embrenhar mais fundo.
Ler é, primeiro que tudo um prazer para mim. Mas se antes lia muito e conseguia estar durante várias horas agarrada a um livro, ultimamente esse hábito tinha-se começado a perder. Chegou a uma altura em que comecei a sentir falta de estar sozinha a ler um bom livro. Ou porque estava demasiado ocupada para me dar a esse luxo, ou porque outros prazeres foram surgindo, não sei.
Com a leitura deste livro, de Augusto Cury, esta antiga paixão ganhou um novo fôlego e os livros irão certamente retomar o seu lugar na minha vida. E aqui no blogue também. O eraumaeoutravez começou por ser um espaço criado para dar informações sobre livros infantis e para "deixar fluir a imaginação" - que é como quem diz, para escrever livremente. Como a vida não é estática e este blogue também não, aos poucos foi evoluindo, e dos livros infantis, das fábulas e dos poemas, passei para alguns autores que considero, também, muito interessantes. Comentando, sem intuito de ser critica literária, fui (re)conhecendo alguns livros, entre os quais romances, tendo este blogue começado a seguir um novo caminho sem eu me aperceber.
Por outro lado, sou visita assídua de outros blogues e sites sobre livros, literatura, escritores, editoras... e com essas visitas vou alargando também o meu leque de experiências. Vou conhecendo novos autores e ganhando a vontade de ler mais.
Por aqui vão ver algumas alterações. Espero que gostem e como digo sempre, escrevam os vossos comentários e sugestões. Não tenho recebido muitos e isso é uma pena pois só com troca de ideias e partilha de experiências, vale a pena o esforço de manter um blogue destes em constante atualização.
Até já.
Final de "A saga de um pensador"
Acabei de ler este livro. Foi uma surpresa para mim, pois com um discurso fluido e aparentemente simples, o autor conduz-nos através dos caminhos da mente humana e da própria psique. A psiquiatria é aqui retratada e a doença mental é descrita e desemaranhado como se de um novelo se tratasse. Adorei o final, que fica até muito longe disso. É como se tivesse lido apenas o prefácio e agora me faltassem o resto das páginas do livro. Hoje comprei mais um livro deste autor, mas só terminei este agora à noitinha. Valeu a pena lê-lo. Por vários motivos: foi um prazer - (relembro as palavras de uma educadora que conheci e que foi minha cooperante no curso, que terminava as histórias assim: "Tenho a minha história contada e a minha boca cheia de marmelada" - como se de gula se tratasse a leitura, uma gula boa, daquelas que dão apenas prazer...), fez-me ter vontade de ler mais, e por fim, mas mais importante que isso, fez-me decidir dar uma nova vida a este blogue, que diz falar de livros, mas que se tem mantido nas suas capas, como que com medo de se embrenhar mais fundo.
Ler é, primeiro que tudo um prazer para mim. Mas se antes lia muito e conseguia estar durante várias horas agarrada a um livro, ultimamente esse hábito tinha-se começado a perder. Chegou a uma altura em que comecei a sentir falta de estar sozinha a ler um bom livro. Ou porque estava demasiado ocupada para me dar a esse luxo, ou porque outros prazeres foram surgindo, não sei.
Com a leitura deste livro, de Augusto Cury, esta antiga paixão ganhou um novo fôlego e os livros irão certamente retomar o seu lugar na minha vida. E aqui no blogue também. O eraumaeoutravez começou por ser um espaço criado para dar informações sobre livros infantis e para "deixar fluir a imaginação" - que é como quem diz, para escrever livremente. Como a vida não é estática e este blogue também não, aos poucos foi evoluindo, e dos livros infantis, das fábulas e dos poemas, passei para alguns autores que considero, também, muito interessantes. Comentando, sem intuito de ser critica literária, fui (re)conhecendo alguns livros, entre os quais romances, tendo este blogue começado a seguir um novo caminho sem eu me aperceber.
Por outro lado, sou visita assídua de outros blogues e sites sobre livros, literatura, escritores, editoras... e com essas visitas vou alargando também o meu leque de experiências. Vou conhecendo novos autores e ganhando a vontade de ler mais.
Por aqui vão ver algumas alterações. Espero que gostem e como digo sempre, escrevam os vossos comentários e sugestões. Não tenho recebido muitos e isso é uma pena pois só com troca de ideias e partilha de experiências, vale a pena o esforço de manter um blogue destes em constante atualização.
Até já.
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