sexta-feira, 19 de julho de 2019

"Um diamante tão grande como o Ritz"

Esta é a estranha história de um diamante tão grande como o Ritz, uma montanha que é na verdade feita de diamante. Li este conto de Fitzgerald em 2011.


O dono dessa montanha é um homem estranho e extremamente perigoso. John T. Unger, é convidado por Percy, seu amigo e filho do homem mais rico do mundo, a passar as férias no castelo da família Washington, na montanha de diamante. Deslumbrado com toda a riqueza e poder que encontra, o jovem não se apercebe do que perigo que corre.

"Estava a divertir-se tanto quanto podia. A felicidade da juventude, bem como a sua insuficiência, reside em que não pode viver no presente, tendo sempre de comparar o dia que passa com o futuro radiantemente imaginado: flores e ouro, raparigas e estrelas, não são mais do que premonições e profecias do incomparável e inalcançável sonho juvenil."

quarta-feira, 3 de julho de 2019

"A saga de um pensador"

O primeiro romance de Augusto Cury. Comecei a lê-lo a 20 de maio de 2011. 

Marco Polo é um navegador. Não um navegador de barco e vela, mas um descobridor de mentes e de pensamentos. Um estudante de medicina que se impressiona com a sua primeira aula de anatomia e com a desumanização da medicina. Provocador, embora sem ser maldoso, consegue o seu primeiro intento - conhecer a identidade do homem cujo corpo jaz na mesa da aula de anatomia, prestes a ser dissecado pelos estudantes. Com a sua descoberta, novos caminhos se abrem: os da mente humana e os do coração.

Capítulo 1
"A ansiedade pulsava no interior de alguns jovens. Um grande sonho encenava-se no teatro das suas emoções. Movidos pela euforia, percorriam como crianças os corredores das salas de aula da Faculdade de Medicina. Olhos fixos nas paredes, cativados pelas estranhas e belas imagens que retratavam pormenores do tórax e dos músculos. Imagens de corpos nus dissecados revelavam que por dentro os seres humanos foram sempre mais parecidos do que imaginaram. A fotografia de um cérebro, saturado de reentrâncias, como riachos que sulcam a terra, indicava o centro vital da nossa inteligência e das nossas loucuras."

Um livro magnífico que recomendo vivamente. Para ler com calma, mastigando cada frase, cada pensamento, cada declaração.

"D. Maria II"

No seguimento da leitura de D. Maria I, procurei agora pela história de D. Maria II, de Isabel Stilwell. Neste romance, à semelhança dos ant...