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Quem foi Orwell?

O nome George Orwell é o pseudónimo de Eric Artur Blair, nascido em 1903 numa região que na época pertencia à Índia britânica. Eric viria a viver em Inglaterra para onde se mudou ainda na infância com a família. Foi uma figura incontornável do jornalismo, e uma dos mais influentes escritores do século XX. Eric "c ombateu na Guerra Civil de Espanha, experimentou o colonialismo inglês na Birmânia como polícia imperial," e chegou a ser também correspondente de guerra. Todas estas experiências moldaram, não só o homem, mas o escritor em que se tornou. Da sua obra fazem parte obras como " Dias Birmaneses (1934) e Homenagem à Catalunha (1938)", embora as mais conhecidas tenham sido " Quinta dos Animais (1945) e Mil Novecentos e Oitenta e Quatro (1949)." Orwell morreu de tuberculose em 1950, com apenas 47 anos, mas a sua obra continuou a vencer barreiras. Na sua obra, encontramos patente a crítica ao autoritarismo, à censura e à manipulação da verdade.  Os se...

"Ontem não te vi em Babilónia"

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Este foi um livro difícil, que me deu muita luta para conseguir chegar ao fim. Não é fácil parar uma página e seguir a leitura depois, porque com a mistura de pensamentos que ali desfilam, quando paramos, perdemos o fio à meada. Passou pouco tempo, mas António Lobo Antunes não me podia vencer assim tão facilmente e em setembro de 2013 voltei à carga mas desta vez com este livro. E descobri que tentar desenredar esta meada, é por si só uma tarefa muito complicada. Percebemos algumas das memórias (o suicídio na árvore, a caravana dos ciganos, a tortura às mãos da PIDE...) os lugares onde algumas ações se passaram. O que é ou onde fica esta "Babilónia"?  Sobre o autor: António Lobo Antunes, nasceu em Lisboa, a 1 de Setembro de 1942, no seio de uma família da alta burguesia, filho de João Alfredo Lobo Antunes, um destacado neurologista português. Lobo Antunes especializou-se em psiquiatria, tendo exercido a especialidade durante alguns anos no Hospital Miguel Bombarda até a aband...

"Sôbolos rios que vão"

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Neste momento, ainda ando à roda de "Sôbolos Rios que vão", de António Lobo Antunes. Sim porque não desisto facilmente e, se o primeiro foi difícil, este também não se revelou nada fácil. Neste livro, a história passa-se entre os últimos dias de Março e Abril de 2007. Após uma operação, o narrador ainda confuso pela anestesia e pelas dores, contando fragmentos das suas memórias e das suas fantasias. Fala-nos da sua família, da terra onde passou a sua infância e dos seus temores com a ideia de morte que toda a situação de doença lhe trouxe. O próprio titulo é uma incógnita. Desta feita ainda, o livro faz-nos passear pela mente de um homem perturbado. Não sendo fácil desenredar o real do imaginário. Um livro que tem tanto de literário, de romance, como de ficcional. Um texto por vezes puramente criativo, como se o escritor pusesse no papel todas as palavras que lhe surgem na mente, mas se assim fosse, quão arrumada esta mente poderia ser? Tal como referido na wikipedia, "A...

"Uma criança em perigo"

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Depois de ler o primeiro título desta coleção, não consegui ficar por ali e peguei logo neste outro livro: "Uma criança em Perigo", em que a professora e psicóloga norte-americana Torey Hayden relata a sua experiência com uma menina de oito anos, chamada Jadie (nome fictício, penso eu) e que sofre de mutismo seletivo. Jadie vive isolada no seu próprio mundo: nunca fala, ri ou chora. Passa o dia aprisionada no seu mundo de sombras, enredada na sua própria teia de problemas. À medida que esta professora vai ganhando a sua confiança, a criança começa a revelar a verdade sobre a sua vida e sobre os abusos que tem vindo a sofrer. Um livro duro, sério, perturbador. Torey Hayden ficou conhecida quando contou a sua história em A Criança Que Não Queria Falar , ao revelar ao mundo o seu trabalho de pedagoga com crianças problemáticas, muitas delas vítimas de abusos físicos e psicológicos. Torey Hayden nasceu em 1951 em Livingston, Montana, nos Estados Unidos. Apesar de ter uma formação...

Sobre o autor: Pedro Almeida Vieira

Sobre Pedro Almeida Vieira fiquei a saber que é um escritor e jornalista português, nascido na cidade de Coimbra em 17 de Novembro de 1969 e que escreveu sobre a história de Portugal e sobre a Igreja Católica. Conheci-o através do último livro que li, onde na densidade de cada página fiquei a conhecer mais um pouco sobre o período que antecedeu o terramoto de 1755 e que destruiu Lisboa. Depois, a pesquisa levou-me a encontrar mais algumas coisas interessantes sobre este escritor. Pedro viveu a infância e a juventude no concelho de Anadia, tendo-se licenciado em Engenharia Biofísica na Universidade de Évora em 1993. Para além de ter desenvolvido actividade de investigação na área da biologia e ambiente, em 1995 tornou-se jornalista «free-lancer», colaborando nos jornais Expresso e Diário de Notícias, bem como nas revistas Forum Ambiente, Grande Reportagem e NS. Em 2003 foi-lhe atribuído o Prémio Nacional de Ambiente «Fernando Pereira», pela Confederação Portuguesa das Associações de Def...

Por linhas...

...que fazem sentido para mim: "O sistema político criado obedecia a duas regras essenciais: havia um poder absoluto e um poder popular. O poder absoluto era como que uma presidência. Havia um conselho composto por cinco pessoas que governavam o país." "Todos tinham um nível de vida mais ou menos idêntico. As profissões eram todas valorizadas." "O poder popular era o detentor da justiça. A equivalência dos níveis de vida tinha sido um fator determinante para a diminuição dos níveis de criminalidade." Elsa Filipe, "O re(c)tângulo"

"Incertezas do coração"

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Terminei esta semana o livro de Maggie O'Farrell. No início, gostei bastante, mas a cerca de metade do livro comecei a ficar menos entusiasmada e no fim, posso dizer que fiquei mesmo desiludida. Esta história acompanha a personagem "Lily", que se apaixona intensamente por "Marcus". Ao mudar-se para o apartamento dele, ela começa a ser assombrada pela presença e pela memória da ex-namorada de Marcus, uma mulher que desapareceu misteriosamente. No fim de contas, acho que me envolvi e imaginei um final diferente.  Esperava mais, uma vez que já tinha lido e gostado bastante desta autora. As "Incertezas do coração" podem ser talvez traduzidas em incertezas da mente, nas partidas da mente de uma pessoa que de alguma forma se encontra psiquiatricamente doente, imaginando que existe ali algo mais, podendo ser a sua imaginação ou algo paranormal, uma vez que na história se vem a descobrir que Sinead não é um fantasma, nem está morta, mas aparece como se fosse, ...

"Depois de tu partires"

Terminei a leitura de "Depois de tu partires" ontem e fiquei com a sensação de querer saber mais. Lançaram-me um desafio como leitora de juntar as pontas cortadas e emaranhadas de um novelo, mas faltavam partes do novelo, e não consegui terminar a minha tarefa. Maggie O'Farrel nasceu na Irlanda do Norte e é atualmente colaboradora de diversas revistas e jornais dedicando o seu tempo também à escrita de romances. Fez deste a sua estreia, recebendo o Betty  Trask Award. Gostei bastante do enredo e da sua complexidade, brilhantemente construído e com uma impressionante densidade tanto psicológica cmo emocional. No íntimo de cada família, há segredos que se escondem pelos véus do tempo. No caso de Alice, esses véus vão sendo levantados numa dança entre o passado e o presente, enqunato esta está em coma após uma (aparente) tentativa de suicídio. Uma história envolvente que merece nota 4. Não é máximo porque fiquei frustrada de, no fim, não saber o fim da história. Falta a cont...

"Depois de tu partires"

Terminei a leitura de "Depois de tu partires" ontem e fiquei com a sensação de querer saber mais. Lançaram-me um desafio como leitora de juntar as pontas cortadas e emaranhadas de um novelo, mas faltavam partes do novelo, e não consegui terminar a minha tarefa. Maggie O'Farrel nasceu na Irlanda do Norte e é atualmente colaboradora de diversas revistas e jornais dedicando o seu tempo também à escrita de romances. Fez deste a sua estreia, recebendo o Betty  Trask Award. Gostei bastante do enredo e da sua complexidade, brilhantemente construído e com uma impressionante densidade tanto psicológica cmo emocional. No íntimo de cada família, há segredos que se escondem pelos véus do tempo. No caso de Alice, esses véus vão sendo levantados numa dança entre o passado e o presente, enqunato esta está em coma após uma (aparente) tentativa de suicídio. Uma história envolvente que merece nota 4. Não é máximo porque fiquei frustrada de, no fim, não saber o fim da história. Falta a cont...

"A viagem fantástica"

Para terminar a semana e para desanuviar um pouco, li "A viagem fantástica" um conto de Sheila Burnford. Luath é um jovem e inteligente cão de caça labrador, Bodger é um velho e cómico Bullterrier e Tao um arrogante gato siamês, que não gosta de cães - excepto os seus dois companheiros, - nem de gatos! Juntos vão realizar uma fantástica viagem por uma região agreste do Canadá, que se estende a noroeste da vasta e irregular província de Ontário. Destino: regressarem a casa dos seus verdadeiros donos. Sheila Burnford era uma daquelas senhoras inglesas cujo comportamento calmo e sensato escondia uma natureza aventureira. Nascida em 1918 nas Terras Altas da Escócia, tirou um brevet de piloto ainda jovem. Foi casada com David Burnford, pediatra. Depois da guerra, atravessaram o Atlântico e estabeleceram-se na vastidão povoada de lagos do Oeste de Ontário. O seu primeiro livro, "Uma viagem fantástica", retrata os seus próprios animais de estimação. Morreu em 1984. Nota 3....

"A viagem fantástica"

Para terminar a semana e para desanuviar um pouco, li "A viagem fantástica" um conto de Sheila Burnford. Luath é um jovem e inteligente cão de caça labrador, Bodger é um velho e cómico Bullterrier e Tao um arrogante gato siamês, que não gosta de cães - excepto os seus dois companheiros, - nem de gatos! Juntos vão realizar uma fantástica viagem por uma região agreste do Canadá, que se estende a noroeste da vasta e irregular província de Ontário. Destino: regressarem a casa dos seus verdadeiros donos. Sheila Burnford era uma daquelas senhoras inglesas cujo comportamento calmo e sensato escondia uma natureza aventureira. Nascida em 1918 nas Terras Altas da Escócia, tirou um brevet de piloto ainda jovem. Foi casada com David Burnford, pediatra. Depois da guerra, atravessaram o Atlântico e estabeleceram-se na vastidão povoada de lagos do Oeste de Ontário. O seu primeiro livro, "Uma viagem fantástica", retrata os seus próprios animais de estimação. Morreu em 1984. Nota 3....

"Um estranho à espreita"

O mês de Agosto já vai com um recorde de leituras. Mas há sempre espaço para mais uma ótima história. Ronald Thompson está no corredor da morte. Vai ser executado por um homicídio que nega ter cometido, apesar das testemunhas que o identificaram - entre elas o pequeno Neil, filho da vítima. Sharon é jornalista e, na sua luta pela abolição da pena de morte, conhece Steve e, mesmo com opinão contrária, os dois apaixonam-se. Mas Sharon tem medo que a relação não resulte e é isso que planeia dizer-lhe naquela noite em que uma série de acontecimentos se sucedem, e a tragédia parece estar novamente sobre as pessoas que Steve ama e sobre a própria cidade. Um enredo emocionante... uma caneca de cacau deixada sobre a mesa... onde está Neil? E Sharon? Uma história escrita por Mary Higgins Clark. O gosto por este tipo de enredos vem do tempo de miúda, quando começou a escrever. Já publicou sete romances. Nota 5 para esta história que me fez vir as lágrimas aos olhos em alguns momentos. E que me p...

"Um estranho à espreita"

O mês de Agosto já vai com um recorde de leituras. Mas há sempre espaço para mais uma ótima história. Ronald Thompson está no corredor da morte. Vai ser executado por um homicídio que nega ter cometido, apesar das testemunhas que o identificaram - entre elas o pequeno Neil, filho da vítima. Sharon é jornalista e, na sua luta pela abolição da pena de morte, conhece Steve e, mesmo com opinão contrária, os dois apaixonam-se. Mas Sharon tem medo que a relação não resulte e é isso que planeia dizer-lhe naquela noite em que uma série de acontecimentos se sucedem, e a tragédia parece estar novamente sobre as pessoas que Steve ama e sobre a própria cidade. Um enredo emocionante... uma caneca de cacau deixada sobre a mesa... onde está Neil? E Sharon? Uma história escrita por Mary Higgins Clark. O gosto por este tipo de enredos vem do tempo de miúda, quando começou a escrever. Já publicou sete romances. Nota 5 para esta história que me fez vir as lágrimas aos olhos em alguns momentos. E que me p...

"Náná"

De Émile Zola. Escritor francês que viveu no século XIX entre 1840 e 1902. "Com umacapacidade de trabalho espantosa, viria a revelar-se o escalpelizador frio e imparcial das taras da sociedade sua contemporânea." (Notícia bibliográfica sobre o autor) Escreveu entre outros: "Contos a Ninon" (1834), "Madalena Férat" (1868), "O regabofe" (1871), "A taberna" (1877) e "O dinheiro" (1891). Náná é a história de uma mulher da vida. Mulher parisiense, Náná é aclamada por uns e odiada por outros, mas ninguém fica indiferente à sua presença. É apresentada ao mundo do espetáculo no teatro de variedades, cujo dono impele todos a que chamem de bordel, com um  prazer matreiro de quem tem vista para o negócio. O que parece ser um fiasco no dia da estreia, pelas suas parcas qualidades vocais, torna-se um sucesso pelos seus atributos corporais apreciados pelos homens da época e pela sua forte presença em palco. Aproveita-se dos homens com quem ...

"Náná"

De Émile Zola. Escritor francês que viveu no século XIX entre 1840 e 1902. "Com umacapacidade de trabalho espantosa, viria a revelar-se o escalpelizador frio e imparcial das taras da sociedade sua contemporânea." (Notícia bibliográfica sobre o autor) Escreveu entre outros: "Contos a Ninon" (1834), "Madalena Férat" (1868), "O regabofe" (1871), "A taberna" (1877) e "O dinheiro" (1891). Náná é a história de uma mulher da vida. Mulher parisiense, Náná é aclamada por uns e odiada por outros, mas ninguém fica indiferente à sua presença. É apresentada ao mundo do espetáculo no teatro de variedades, cujo dono impele todos a que chamem de bordel, com um  prazer matreiro de quem tem vista para o negócio. O que parece ser um fiasco no dia da estreia, pelas suas parcas qualidades vocais, torna-se um sucesso pelos seus atributos corporais apreciados pelos homens da época e pela sua forte presença em palco. Aproveita-se dos homens com quem ...

"A obra prima de Norman Rockwell"

"A vida é assim. Os velhos morrem, nascem crianças e os jovens vão para a guerra." Esta é uma das frases deste livro de Hollins Hodges. A história começa por descrever cenas da vida de algumas personagens, mas é no encontro de Mary e de Olney que comecei a ficar cativada. Esta é um daqueles livros em que parece que o escritor está a descrever uma imagem da vida quotidiana. Ou várias. E os seus diálogos e pensamentos fazem parte dessa imagem. As razões de tudo podem perder-se para quem está a ler, mas quem já tentou escrever algo parecido saberá que não é tão fácil como Hodges faz parecer. Na realidade, a beleza do livro está na aparente simplicidade, que apenas uma pessoa possuidora de uma cultura incrível e de uma veia artística brilhante seria capaz. Por estas razões e mais algumas, nota 4 para este livro sobre os quadros de Norman Rockwell. E porque adorei o final e faz-nos bem ler histórias com finais felizes de vez em quando.

"A obra prima de Norman Rockwell"

"A vida é assim. Os velhos morrem, nascem crianças e os jovens vão para a guerra." Esta é uma das frases deste livro de Hollins Hodges. A história começa por descrever cenas da vida de algumas personagens, mas é no encontro de Mary e de Olney que comecei a ficar cativada. Esta é um daqueles livros em que parece que o escritor está a descrever uma imagem da vida quotidiana. Ou várias. E os seus diálogos e pensamentos fazem parte dessa imagem. As razões de tudo podem perder-se para quem está a ler, mas quem já tentou escrever algo parecido saberá que não é tão fácil como Hodges faz parecer. Na realidade, a beleza do livro está na aparente simplicidade, que apenas uma pessoa possuidora de uma cultura incrível e de uma veia artística brilhante seria capaz. Por estas razões e mais algumas, nota 4 para este livro sobre os quadros de Norman Rockwell. E porque adorei o final e faz-nos bem ler histórias com finais felizes de vez em quando.

"A árvore do Ouro"

Gabrielle é uma noiva a caminho do altar. Tranquila. Bela. Acena aos tecelões que trabalham para a Maison Roche agradecendo-lhes. A seda estava-lhe no sangue, tal como no deles. O caminho acelerado para o altar é interrompido por um acidente. E nem nesse dia a rixa entre duas famílias rivais dá tréguas. O incidente deixa em todos uma marca poderosa e irá acabar por se tornar no início de um amor muito especial. Órfã de mãe à nascença, é nela que o pai espelha a revolta pela morte da mulher e é transformando esse sentimento em força que ela vai lutar desde muito nova para singrar na vida, lutando ao lado de homens numa arte e numa profissão vedada às mulheres. Mas os tempos não são fáceis - estamos em 1804. Uma história de amor e de guerra, que relata a luta das tropas de Bonapart nos campos de batalha, os seus avanços e recuos, as perdas e as conquistas, mas que nos leva numa história sobre sentimentos tão nobres como a determinação, o respeito e a perseverança. Uma história que no...

"Assalto"

Esta é uma das obras de Dick Francis publicada nos livros condensados.  "Assalto" conta-nos a história de Kit e de Holly, gémeos que em crianças eram inseparáveis, mas que em adultos, a vida acaba por separar. Kit torna-se joquei e Holly acaba por se casar com Robertson. Este acaba por ser difamado e a vida de ambos sofre um difícil revés. A história é narrada pelo próprio Kit. Tal como a personagem principal da história, Dick Francis é um afamado joquéi de corridas de obstáculos e é desses anos de campeão que tira inspiração para os seus romances autênticos sobre corridas. Quando escreveu "Assalto", o autor parece ter-se baseado no seu trabalho como correspondente de corridas para o Sunday Express de Londres para onde foi trabalhar depois de uma queda grave ter interrompido a sua carreira de cavaleiro. Este foi um dos livros que li esta semana. Estive numa prevenção e passei muitas horas parada no mesmo local, sendo que a leitura foi o escape encontrado para preenc...

"Assalto"

Esta é uma das obras de Dick Francis publicada nos livros condensados.  "Assalto" conta-nos a história de Kit e de Holly, gémeos que em crianças eram inseparáveis, mas que em adultos, a vida acaba por separar. Kit torna-se joquei e Holly acaba por se casar com Robertson. Este acaba por ser difamado e a vida de ambos sofre um difícil revés. A história é narrada pelo próprio Kit. Tal como a personagem principal da história, Dick Francis é um afamado joquéi de corridas de obstáculos e é desses anos de campeão que tira inspiração para os seus romances autênticos sobre corridas. Quando escreveu "Assalto", o autor parece ter-se baseado no seu trabalho como correspondente de corridas para o Sunday Express de Londres para onde foi trabalhar depois de uma queda grave ter interrompido a sua carreira de cavaleiro. Este foi um dos livros que li esta semana. Estive numa prevenção e passei muitas horas parada no mesmo local, sendo que a leitura foi o escape encontrado para preenc...