Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta tempo do conto

Cá por casa lê-se "Quem dá um abraço..."

Imagem
  Fomos à feira do livro e comprei o livro "Quem dá um abraço ao Martim?" para o meu filhote. Ele adorou! E não é para menos a história é uma delícia e as ilustrações estão o máximo!     Bons abraços!!!!

Cá por casa lê-se "Quem dá um abraço..."

Imagem
  Fomos à feira do livro e comprei o livro "Quem dá um abraço ao Martim?" para o meu filhote. Ele adorou! E não é para menos a história é uma delícia e as ilustrações estão o máximo!     Bons abraços!!!!

Para visitar

Hoje quero dar a conhecer alguns blogs e páginas sobre a literatura infantil. É uma pequena partilha que poderá ser útil para quem me visita e se interessa pelas histórias e contos para os mais pequenos... http://www.minutosdeleitura.pt/ Aqui podemos por exemplo consultar alguns dos livros que fazem parte do Plano Nacional de Leitura. http://www.segredodoslivros.com/livros-infantis-juvenis/index.html Livros, novidades, sugestões de leitura e passatempos... a visitar! http://www.casadaleitura.org/ Destinado a pré-leitores... leitores autónomos... todos os leitores... http://www.planetatangerina.com/publico/index.html Onde partilham connosco vários títulos publicados.

Os primeiros livros - os livros para bebés

Imagem
Quando começa a ter contacto com as primeiras histórias, o bebé fá-lo através da voz da mãe ou do pai que lhe vão despertando os sentidos para as imagens e para as palavras. O que interessa nestes momentos, é a sonoridade das palavras e o embalo da voz de quem lhe fala e conta a história. A repetição das palavras e de sons - em versos simples, lengalengas, ladainhas... atraem o bebé e ajudam-no a desenvolver a sua própria capacidade comunicativa. Quanto ao livro em si, este "começa por ser um brinquedo igual aos outros que o bebé explora até à exaustão através dos seus cinco sentidos. (...) Por norma, o formato é pequeno e arredondado para facilitar o manuseamento pouco hábil e inexperiente dos mais pequenos, apresentando frequentemente a forma do protagonista da história ou da temática abordada (animais, alimentos, viaturas).. Por vezes, há ainda odores e texturas para cheirar e sentir."(1) "O bebé com apenas um ano ainda não se interessa pelos aspectos ficcionais do li...

De ouvinte a leitor - a importância de ouvir contar histórias

Imagem
"Tornar-se leitor implica, obrigatoriamente, passar por diferentes etapas que acompanham o crescimento físico, psíquico, linguístico e afectivo da criança."(1) A criança não nasce leitora nem com a capacidade de o fazer. Ela adquire as competências essenciais à sua realização através de vários processos que, no seu devido tempo, a ajudam a auto-construir-se como pessoa e também a adquirir o gosto pela leitura. Tanto os pais como os professores e educadores, numa atitude conjunta, têm ter em atenção que "género de livro se adequa melhor ao desenvolvimento da competência de leitura da criança, para não correrem o risco de se perderem no meio da vasta oferta do mercado editorial infanto-juvenil." O leitor começa por ser um ouvinte de histórias. Uma e outra vez, ora uma, ora outra... Mas antes, é também um manipulador. Um explorador do livro, como se de um brinquedo se tratasse e que ele enquanto bebé explora com todos os seus cinco sentidos. "Hoje, considera-se qu...

Mais poesia para ouvir, ler e brincar

Imagem
Bailado Russo A mão firme e ligeira puxou com força a fieira: e o pião fez uma eclipse tonta no ar e fincou a ponta no chão. É o pião com sete listas de cores imprevistas. Porém, nas suas voltas doudas, não mostra as cores todas que tem: – fica todo cinzento, no ardente movimento… E até parece estar parado, teso, paralisado, de pé. Mas gira. Até que aos poucos, Em torvelins tão loucos assim, já tonto, baboleia, e bambo, cambaleia…   Enfim, Tomba. E, como uma cobra, Corre mole e desdobra então, em hipérboles lentas, sete cores violentas, no chão. Origem: Brasil Guilherme de Almeida http://peregrinacultural.wordpress.com/2008/08/14/bailado-russo-poema-infantil-de-guilherme-de-almeida/

Pequenas histórias... para sonhar.

Imagem
A minha escrita, pequenas coisas que gosto de escrever.... Hoje partilho convosco a pequenina história de uma menina.   A menina borboleta Nasceu num casulo no meio da cidade. Não sabe quem é nem de onde veio, apenas que um dia o Sol começou a entrar de mansinho pelas frestas do seu casulo e a despertou. Abriu as asas, espreguiçou-se. Bateu a asa esquerda, depois a direita. E depois as duas e voou dali para fora. Primeiro pousou numa rosa branca, num vaso, numa varanda de uma casa de uma grande cidade. Depois voou e foi até ao cabelo de uma menina loira que brincava no jardim da escola primária. Ali ficou naquele campo de trigo doirado que saltitava por todo o lado. Ali ficou para sempre até a menina crescer e deixar de ser criança e ser mulher. A menina era Maria Borboleta e ela... a borboleta da Maria. Elsa Filipe.

Sugestões de Contos de Natal

Imagem
O Cavalinho de pau do Menino Jesus e outros contos de Natal de Manuel António Pina; ilustração de Inês Do Carmo Colecção: OFICINA DOS SONHOS - AUTORES PORTUGUESES

Sugestões de Contos de Natal

Imagem
O Cavalinho de pau do Menino Jesus e outros contos de Natal de Manuel António Pina; ilustração de Inês Do Carmo Colecção: OFICINA DOS SONHOS - AUTORES PORTUGUESES

Onde ir com as crianças

Este blog também serve para vos deixar sugestões, Aqui fica mais uma, esta para Sesimbra: Dia 21 de Novembro, Sábado, às 11h em Sesimbra, uma história de Xosé Ballesteros; com ilustrações de João Caetano. Hora do Conto O Traje Novo do Rei Esta é uma história reescrita a partir de um dos mais célebres contos de Hans Christian Andersen. Conta-se, neste conto renovado, a famosa história de um rei vaidoso que apenas vive para exibir as suas roupas. Deixando-se enganar por dois trapaceiros e cego com o seu desejo de ostentação, o monarca acaba por desfilar nu. E, nem mesmo ouvindo a voz inocente de uma criança que não teme a revelação da verdade, leva o rei a assumir que foi enganado. •Destinatários: pais e crianças •Local: Sala do Conto, Biblioteca Municipal de Sesimbra

Onde ir com as crianças

Este blog também serve para vos deixar sugestões, Aqui fica mais uma, esta para Sesimbra: Dia 21 de Novembro, Sábado, às 11h em Sesimbra, uma história de Xosé Ballesteros; com ilustrações de João Caetano. Hora do Conto O Traje Novo do Rei Esta é uma história reescrita a partir de um dos mais célebres contos de Hans Christian Andersen. Conta-se, neste conto renovado, a famosa história de um rei vaidoso que apenas vive para exibir as suas roupas. Deixando-se enganar por dois trapaceiros e cego com o seu desejo de ostentação, o monarca acaba por desfilar nu. E, nem mesmo ouvindo a voz inocente de uma criança que não teme a revelação da verdade, leva o rei a assumir que foi enganado. •Destinatários: pais e crianças •Local: Sala do Conto, Biblioteca Municipal de Sesimbra

Onde ir com as crianças - Sou especial porque sou eu!

Imagem
Animação Infanto-juvenil - amanhã, na hora do conto (15h) em Sesimbra, no pólo de Leitura da Biblioteca da Quinta do Conde, uma história para filhos e pais. A não perder. Hora do Conto Sou Especial Porque Sou Eu! de Ann Meek; com ilustrações de Sarah Massini Esta é uma belíssima história sobre um menino que transforma a rejeição em triunfo, com a ajuda da sua imaginação e de uma mãe fantástica!

Contos de ida e volta

Olá. Num dos blogs que costumo visitar, descobri uma ideia muito gira: Os contos de ida e volta. Esta é uma das várias formas para cativar as crianças para as histórias, os livros e a leitura. É uma forma de lhes instuir o gosto pelo cuidar dos livros e dos adereços e despertar-lhes o interesse pelas letras e pela leitura. Uma ideia diferente para animar a hora do conto, com alguma criatividade e de fácil execução, que vai depender também dos adereços que usemos. Visitem: http://caixinhadesorrisos.blogspot.com/2009/06/contos-de-ida-e-volta_24.html  

Contos de ida e volta

Olá. Num dos blogs que costumo visitar, descobri uma ideia muito gira: Os contos de ida e volta. Esta é uma das várias formas para cativar as crianças para as histórias, os livros e a leitura. É uma forma de lhes instuir o gosto pelo cuidar dos livros e dos adereços e despertar-lhes o interesse pelas letras e pela leitura. Uma ideia diferente para animar a hora do conto, com alguma criatividade e de fácil execução, que vai depender também dos adereços que usemos. Visitem: http://caixinhadesorrisos.blogspot.com/2009/06/contos-de-ida-e-volta_24.html  

A hora do Conto

Imagem
Os momentos de "Hora do Conto", ou os "cantinhos de Histórias" são relativamente fáceis de construir e precisam apenas de uns almofadões, um fantoche, uma manta de retalhos, e é claro, um livro. E este pode ser o ponto mais difícil. Escolher um bom livro e prepará-lo dá trabalho! É preciso conhecer qual será o público alvo da nossa história, de quanto tempo dispomos e como é que pretendemos que as crianças participem! O que mais desejamos é construir um momento que seja agradável para todos: adultos e crianças. E que fique na memória! O trabalho com contos clássicos torna estes momentos muito atrativos, dinâmicos e próximos da realidade das nossas crianças. Com os contos, estimula-se a imaginação e a criatividade das crianças, completando-se a leitura de uma história com atividades lúdicas e que as levam a envolver-se no enredo. As crianças identificam-se com a história da sua personagem favorita, sentem as suas alegrias e as suas tristezas como se fossem suas, cons...

Outono

Imagem
Hoje deixo-vos uma pequena história de António Torrado, que faz jus à estação que acabou de chegar.  A última castanha Era uma castanha que estava como as outras, pendurada de um castanheiro. Chegando o tempo, as castanhas amadurecem e caem por si. Só que esta não caiu. - Estou bem onde estou e não quero aventuras – dizia. Uma a uma, as outras dos ramos iam caindo e rebolando pelo chão, protegidas pelo cobertor ouriçado que as cobria até ao nariz. Nariz é modo de dizer… Vinham os garotos, estalavam-lhe os ouriços e metiam-nos nos bolsos. A tímida e teimosa castanha desta história a tudo assistia do seu mirante e não gostava. - A mim não me levam eles – dizia. Era a única que sobrava em todo o castanheiro. As folhas a fugirem da árvore, sopradas pelo vento, e ela a afincar-se ao ramo, com unhas e dentes.   Unhas e dentes é um modo de dizer… Sozinha, desabrigada, não estava feliz. Nem infeliz. Sentia até uma ponta de orgulho por ter conseguido resistir tanto tempo. Um sabor de vitória qu...

Outono

Imagem
Hoje deixo-vos uma pequena história de António Torrado, que faz jus à estação que acabou de chegar.  A última castanha Era uma castanha que estava como as outras, pendurada de um castanheiro. Chegando o tempo, as castanhas amadurecem e caem por si. Só que esta não caiu. - Estou bem onde estou e não quero aventuras – dizia. Uma a uma, as outras dos ramos iam caindo e rebolando pelo chão, protegidas pelo cobertor ouriçado que as cobria até ao nariz. Nariz é modo de dizer… Vinham os garotos, estalavam-lhe os ouriços e metiam-nos nos bolsos. A tímida e teimosa castanha desta história a tudo assistia do seu mirante e não gostava. - A mim não me levam eles – dizia. Era a única que sobrava em todo o castanheiro. As folhas a fugirem da árvore, sopradas pelo vento, e ela a afincar-se ao ramo, com unhas e dentes.   Unhas e dentes é um modo de dizer… Sozinha, desabrigada, não estava feliz. Nem infeliz. Sentia até uma ponta de orgulho por ter conseguido resistir tanto tempo. Um sabor de vitória qu...

Maria Castanha

Conhecem a história da Maria Castanha? Eu ouvi-la pela primeira vez, ainda andava no Jardim de Infância. Depois da história, contada pela educadora a partir de um bonito livro, pintamos as Maria Castanhas. Mas porque é que aquela menina não tinha nome e se chamava "castanha"? Na altura eu não sabia explicar e, não é agora que vou divagar em questões de tons de pele... era uma história de outras épocas. Para mim, inofensiva, pois as crianças eram todas iguais e não as sabia distinguir pela cor da pele que tinham. Se fosse hoje, não gostaria desta história, mas na minha infância, eu gostava e, é isso ques importa. Hoje este conto desperta-me outro tipo de reflexão.   Maria Castanha: O céu estava cinzento e quase nunca aparecia o sol, mas enquanto não chovia os meninos iam brincar para o jardim. Um jardim muito grande e bonito, com uma grade pintada de verde toda em volta, de modo que não havia perigo de os automóveis entrarem e atropelaremos meninos que corriam e brincavam à vo...

Maria Castanha

Conhecem a história da Maria Castanha? Eu ouvi-la pela primeira vez, ainda andava no Jardim de Infância. Depois da história, contada pela educadora a partir de um bonito livro, pintamos as Maria Castanhas. Mas porque é que aquela menina não tinha nome e se chamava "castanha"? Na altura eu não sabia explicar e, não é agora que vou divagar em questões de tons de pele... era uma história de outras épocas. Para mim, inofensiva, pois as crianças eram todas iguais e não as sabia distinguir pela cor da pele que tinham. Se fosse hoje, não gostaria desta história, mas na minha infância, eu gostava e, é isso ques importa. Hoje este conto desperta-me outro tipo de reflexão.   Maria Castanha: O céu estava cinzento e quase nunca aparecia o sol, mas enquanto não chovia os meninos iam brincar para o jardim. Um jardim muito grande e bonito, com uma grade pintada de verde toda em volta, de modo que não havia perigo de os automóveis entrarem e atropelaremos meninos que corriam e brincavam à vo...

Aladino

Imagem
Hoje deixo-vos uma história infantil. Adoro a história de Aladino, um rapaz pobre que luta por vencer na vida, numa sociedade em que os ricos são muito ricos e os pobres muito pobres. As histórias infantis vão sendo adaptadas ao longo dos anos, mudadas ao longo dos séculos e apresentam versões diferentes conforme o local onde são contadas. Apesar deste conto ser um dos mais famosos da coletânea   árabe   As Mil e Uma Noites . Sabe-se, porém, que a história foi acrescentada à coletânea pelo   orientalista   francês   Antoine Galland, responsável pela tradução que popularizou a obra no   Ocidente. A origem do conto é difícil de datar pela falta de elementos no texto que ajudem a situar a ação. Segundo o estudioso  René R. Khawam , é possível que o conto tenha origem na segunda metade do século XI, entre a história de  Simbad  (fins do século VIII) e as  Mil e Uma Noites  (compiladas em árabe a partir do século XIII)."  Outros supõem que pode ter uma origem ainda mais antiga tendo si...