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A mostrar mensagens de julho, 2012

"O arco-íris"

Nestes últimos dias acabei de ler a "Equação Himmler" e , logo num ápice li "O arco-íris". O primeiro achei um livro bastante interessante pelo seu caráter histórico, onde podemos observar vários fatos reais, enquanto nos deixamos envolve num romance intenso em que as palavras por si só chegam para nos colocar na ação e sentir um arrepio pela espinha.   ”- São, sem a menor dúvida, rampas de lançamentos destinadas a guiar um determinado projéctil numa trajectória ascendente a um ângulo de trinta e cinco graus.” Quanto a "O arco-íris" é romance de Lillian Beckwith. Como vinha no mesmo volume dos livros condensados, peguei só para ler enquanto não ia à biblioteca. Pareceu-me uma história curtinha e leve, por isso ideal para terminar este mês. Mas não se mede um bom romance pelo número de páginas e a verdade, é que a meio ja fazia força para não chorar. É uma história de amor em que uma família adota um rapazinho de oito anos, franzino, para viver com eles. Ma...

"O arco-íris"

Nestes últimos dias acabei de ler a "Equação Himmler" e , logo num ápice li "O arco-íris". O primeiro achei um livro bastante interessante pelo seu caráter histórico, onde podemos observar vários fatos reais, enquanto nos deixamos envolve num romance intenso em que as palavras por si só chegam para nos colocar na ação e sentir um arrepio pela espinha.   ”- São, sem a menor dúvida, rampas de lançamentos destinadas a guiar um determinado projéctil numa trajectória ascendente a um ângulo de trinta e cinco graus.” Quanto a "O arco-íris" é romance de Lillian Beckwith. Como vinha no mesmo volume dos livros condensados, peguei só para ler enquanto não ia à biblioteca. Pareceu-me uma história curtinha e leve, por isso ideal para terminar este mês. Mas não se mede um bom romance pelo número de páginas e a verdade, é que a meio ja fazia força para não chorar. É uma história de amor em que uma família adota um rapazinho de oito anos, franzino, para viver com eles. Ma...

"A equação Himmler"

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Em 2012 também li "A equação Himmler", que faz parte dos livros condensados da Readers Digest. William P. Kennedy escreveu sobre a tentativa de Himmler destruir o Terceiro Reich, dando-nos uma perspetiva sobre a guerra e sobre o regime Nazi, em meados dos anos 40 do século passado.  É um livro extraordinário que nos relata uma fase muito específica do conflito. William P. Kenn edy é o autor deste livro, que junta espionagem, guerra e relações que nascem e se criam nos piores cenários. Uma abordagem diferente da 2ª Guerra Mundial e de como as diferentes fações envolvidas lutaram pela supremacia. Um enredo de ficção que se baseia em fatos reais,  numa história que se passa em meados dos anos 40, durante a Segunda Guerra Mundial. O Reichsführer Heinrich Himmler recruta um físico sueco, Nils Bergman, para desenhar e construir uma bomba nuclear secreta para o regime nazi.  Karl Anders, é espião e vai infiltrar-se, mas quando  os serviços secretos britânicos concluem que ...

"Mulheres de branco"

"Mulheres de Branco", de Frank G. Slaugther foi para mim uma novidade. Não conhecia de todo o seu trabalho e, afinal, é tão vasto e de referida qualidade no mundo literário. Em "Mulheres de branco", de 1978, somos confrontados, entre outras coisas com o dever ético e moral dos médicos, de salvar uma vida apesar de tudo o que isso possa importar.  Mas quando a morte começa a ser considerada uma opção, um desejo final do próprio doente, até onde pode ir a medicina? E o que poderá fazer uma filha, quando está ela também sob o juramento de Hipócrates? Um livro que, apesar de ter sido escrito em 1978, se torna atual. Onde encontramos as dúvidas de brilhantes cirurgiões, descrevendo técnicas com uma destreza tal que quase nos sentimos nós com o bisturi na ponta dos dedos. Gostei bastante deste livro e fiquei com vontade de procurar outras obras deste autor. Por enquanto tenho de aguardar, pois atrasei-me a levar os livros de volta à biblioteca e ainda não pude requisitar ...

"Os filhotes dos Animais da Quinta"

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Já há algum tempo que faltava aqui um post sobre livros infantis. Ontem comprei para o meu filho um livro do Pingo Doce de capa e folhas de cartão, lavável e ótimo para ele mexer e explorar sozinho ou com a nossa companhia.  Chama-se "Os filhotes dos Animais da Quinta" e ele adorou, claro, porque tem animais! É um livro muito simples mas que ajuda no desenvolvimento da linguagem, na associação das vocalizações ao animal correspondente e na aquisição de novas palavras. Agora que ele está a construir frases e tem já "grandes conversas" porque não incentivá-lo com mais livros?

"A torre do inferno"

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"A torre do Inferno", de Richard Martin Stern. Em resumo é a história do drama de um grupo de pessoas influentes convidado a participar na inauguração de um arranha-céus, considerado o edifício mais alto do mundo com 125 andares.  O filme, de 1974, com o mesmo nome, baseia-se apenas em parte no livro, sendo que conta também com algumas cenas de um outro livro, “The Glass Inferno”, de Thomas N. Scortia e Frank M. Robinson. No filme, Steve McQueen interpreta o líder dos heróicos bombeiros, Michael O'Hallorhan. O.J. Simpson numa famosa participação, é o segurança Harry Jernigan. Pelo que me foi dado apreciar é alguma a distância que vai do livro ao filme (mais sensacionalista).  No livro enredamos por uma trama de relações, de sentimentos, de traições e de amor, enquanto tropeçamos de vez em quando na ação que decorre na malograda torre. O desfecho é trágico, como o título prevê e o filme já havia mostrado. Quanto ao livro, agradou-me bastante e, pondo de parte, conhece...

"Volta ao mundo em oitenta dias"

Entre letras, linhas e histórias, tenho-me absorvido no prazer da leitura. Terminado "Os filhos da mãe", um livro que muito me aprouve muito ler, peguei no clássico de Júlio Verne, "Volta ao mundo em oitenta dias". Agarrei-me a ele com aquele sentido de não gostar e de ler porque sim, é um clássico e merece. Nada mais errada. Deslumbrei-me e fiquei logo aborrecida por só ter adquirido o primeiro da coleção que tem saído com o Correio da Manhã. Devorei cada página, cada linha, como se viajasse também eu pelo mundo, naquela fantástica viagem. "Inglês de nascimento com toda a certeza, Phileas Fogg não era talvez londrino (...) Não era industrial, negociante, comerciante ou agricultor." É assim, com inúmeros substantivos e mais pelo que nãpo será este gentleman que Júlio Verne começa por nos dar a conhecer a cara principal desta história. Um homem misterioso, matematicamente rigoroso e a cuja vida falta o imprevisto. "A Phileas Fogg não se conheciam nem m...