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"A Greve"

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Logo na primeira página, Luís Corredoura dá toque para um grande livro, com a descrição de um acidente na pedreira. É entre a rocha dura e fria que em maio de 1965 se vai formar um protesto que parará pedreiras, fábricas e oficinas durante 12 dias. A PIDE não conseguiu calá-los a todos. E entre os acontecimentos do dia a dia, vai-se montando aquela que foi considerada a maior greve com que o Estado Novo se deparou. É com verdadeira mestria que Luís Corredoura nos apresenta as origens e as relações entre os protagonistas, gente simples e lutadora que se bate por aquilo que tem de mais básico, a família e o amor, o trabalho e o convívio com os amigos, as conversas à porta do café e as idas à bola, o sexo e as traições. Desta forma, chega-nos um país verdadeiro de gente autêntica, com personagens como o "Belmiro", filho do "Zé da Adiça." Um livro que nos mostra de forma clara a vida e as dificuldades sentidas pela classe trabalhadora em meados dos anos 60, sem esquecer...

"A voz da Terra"

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"A Voz da Terra", é um romance histórico escrito ao estilo muito próprio de Miguel Real. Na verdade, este é o pseudónimo de Luís Martins, nascido em Lisboa em 1953. Com a sua vasta obra, foi vencedor de diversos prémios literários, onde de destaca a ficção, o romance e o drama. Esta, foi distinguida com o Prémio Literário Fernando Namora. O livro está dividido em três partes: " A cidade de Santo António", em que nos é descrita a chegada de "Julinho" a Lisboa e o seu primeiro contato com as tradições e os costumes do Portugal europeu, "A Voz da Terra" em que o ênfase é dado ao sismo de 1755 e à sua destruição e, por fim, "A Voz dos Homens", em que o autor dá maior destaque à execução dos Távora e aos Autos de Fé. "Julinho" (Júlio Telles Fernandes) vem da Bahia, a bordo do "São Bartolomeu". Faz-se acompanhar de um velho "Santo António", e de Florentino. Na memória, traz a imagem dos "pretos acorrentados ...

"D. Maria II"

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No seguimento da leitura de D. Maria I, procurei agora pela história de D. Maria II, de Isabel Stilwell. Neste romance, à semelhança dos anteriores da mesma escritora, é-nos dada uma perspetiva dos acontecimentos da história de Portugal (e neste caso, do Brasil de Inglaterra e de França também) a partir da visão dos seus intervenientes, com destaque para D. Maria II. A forma como nos é apresentada, faz-nos ter logo uma certa inclinação para gostarmos desta futura rainha. Recomendo a leitura deste livro depois da leitura de "D. Maria I" pois assim será mais fácil compreender a sociedade portuguesa, bem como os motivos de D. Pedro IV se encontrar no Brasil. Desde logo, encontramos uma menina de pele branca e olhos azuis, que vive no Rio de Janeiro e que é amada por todos, apesar do seu mau feitio. É filha de D. Pedro I do Brasil (IV de Portugal), e de D. Leopoldina, arquiduquesa da Áustria.  D. Pedro torna-se rei após a morte de D. João VI em 1826, mas como havia uma lei que pr...

"D. Maria I"

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Neste romance da já conhecida Isabel Stilwell continuamos a acompanhar a vida na corte portuguesa, desta vez através da vida de D. Maria I, que como o sub-título deste romance tão bem nos indica, foi uma "rainha atormentada por um segredo que a levou à loucura." Mas sobre o segredo, nada digo, pois têm mesmo de ler o livro de uma ponta à outra.  A edição que li é igual à da imagem que aqui vos deixo e nesta capa estão duas pessoas representadas: D. Maria I, a primeira rainha de Portugal, e Rosa, sua aia e amiga. E é muito importante que Rosa aqui esteja representada, pois ela acaba por ter um importante papel no decorrer deste história, além de representar - neste livro - um grupo de pessoas que foram exploradas e maltratadas ao longo dos tempos. Ao lermos esta obra, iremos perceber que apesar de criados (escravos, na realidade, em muitos dos casos), estas pessoas acabam por ser vistas como raridades, troféus (objetos), quase peças de uma coleção que se quer mostrar.  Do que ...

Dia Mundial da Língua Portuguesa

Assinala-se hoje o Dia Mundial da Língua Portuguesa. Esta data é celebrada anualmente a 5 de maio, desde 2020, tendo sido este o dia escolhido pela "UNESCO em 2019 e pela Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) em 2009, para assinalar a diversidade, a história e a importância global do quarto idioma mais falado do mundo." O Português, passou a ser o  primeiro idioma "no mundo a ter uma data oficial reconhecida" por este órgão. Apesar de Portugal se localizar no hemisfério norte, é na verdade a sul que a língua é mais falada. Atualmente, a discussão prende-se com o uso do "Novo Acordo Ortográfico." Mas o que é isto de Acordo Ortográfico?  De facto trata-se de "uma convenção que estipula regras sobre como escrever."  Já houve outros AO. "A primeira reforma ortográfica, em Portugal, ocorreu em 1911 e, tal como a atual, também sofreu várias contestações. Foi com a reforma ortográfica de 1911 que deixámos de escrever “pharmacia” e passá...

"Isabel de Aragão - Entre o céu e o inferno"

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Acabei de ler mais um dos romances da coleção Rainhas de Portugal de Isabel Stilwell. Este, como outros romances da autora, tem uma excelente qualidade na escrita e na pesquisa que depois conduz por um romance dividido em quatro partes. Este romance leva-nos não só pela história de vida de Isabel, mas também pelas guerras que assolavam a Península, muitas vezes, opondo irmãos contra irmãos, pais contra filhos e primos contra primos. Na primeira parte, somos levados pela infância de Isabel, nascida (provavelmente) a 11 de fevereiro de 1270. A menina vive com o avô, Jaime I, "O Conquistador", um rei austero e castigador, mas que se mostra doce e paciente para com a neta, a que a chama "a melhor Rosa de Aragão." Conta-lhe histórias - principalmente as suas aventuras e conquistas - respondendo às questões da neta, que desde logo se mostra muito curiosa. Filha de Constança (de Holenstaufen) e de Pedro III (de Aragão e Sicília), Isabel nasce ainda dentro do saco amniótic...

"Isabel de Borgonha - Ínclita geração"

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Neste livro, Isabel Stilwell apresenta-nos a filha de Filipa de Lencastre, Isabel.  Isabel deixa Portugal para se casar com Filipe II, duque de Borgonha, deixando para trás os cinco irmãos e o pai, D. João I. Isabel era considerada a "Estrela do Norte" e, mesmo sem saber, tinha nascido para liderar um povo, ser um exemplo a seguir, uma mulher determinada a vencer, a ser guerreira e a dar colo aos seus. Filipe de Borgonha tinha enviuvado pela segunda vez e vê no casamento com Isabel, já com 32 anos, uma forma de reatar as relações com Portugal. Apesar de estar na Borgonha, Isabel nunca deixou de se preocupar com o que se passava em Portugal com o pai e com os irmãos.  Sem dúvida nenhuma, este é um daqueles livros que se distingue pela forma como está tão bem escrito e pela capacidade que Isabel Stilwell tem de nos prender, numa viagem ao passado, e que está entre o romance e a descrição histórica, sem se tornar maçador. Uma das coisas que este livro me fez pensar foi que pou...

"Catarina de Bragança - A coragem de uma Infanta portuguesa que se tornou Rainha de Inglaterra"

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O livro de Isabel Stilwell, da coleção "Rainhas de Portugal" conta-nos a vida de Catarina, uma jovem que aos 2 3 anos, deixa para trás o sol e o cheiro a laranjas do Alentejo e a vastidão do rio Tejo, quase um mar, para se casar com Charles de Inglaterra.  Filha de  D. Luísa de Gusmão e de D. João IV, Catarina, que tinha sido educada na religião Católica, vê-se desde logo sujeita à provação de casar e ser Rainha num país maioritariamente protestante. Na corte, são as suas aias que a apoiam, em especial duas delas que se tornam suas amigas e confidentes. Catarina foi uma lutadora, apesar do sofrimento de se encontrar num país em que poucos falavam a sua língua e onde os costumes eram bem diferentes. Conseguiu arranjar aliados e ter a presença de espírito de evitar conflitos, na maioria das vezes, não tanto para se proteger a si, mas para proteger Charles. Assistiu ao nascimento de vários filhos bastardos de um rei a quem nunca conseguiu dar um herdeiro, embora tivesse consegu...

"Filipa de Lencastre - A Rainha que mudou Portugal"

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Isabel Stillwell é, sem sombra de dúvida, uma das minhas escritoras favoritas, aquela cujos livros me fazem ficar horas agarrados às histórias, mesmo quando se trata de enormes romances! Da mesma colação de "D. Teresa", que já aqui referi e que me apaixonou do princípio ao fim, li agora esta magnífica obra que nos conta a vida de Phillipa, neta de Eduardo III, uma menina que nasceu princesa e que foi dotada de uma força imensa que lhe permitiu governar um país que nem era o seu. Refletindo uma pesquisa profunda, à qual já nos habituou, Isabel Stillwell, descreve-nos a vida entre cortes, as relações atribuladas de John of Gaunt que, desejava para as suas filhas aquilo que não conseguiu para si, governar. A sua primogénita, filha de Blanche, foi Philipa.  De  Phillipa of Lancaster vamos conhecer ao longo do livro a sua infância, passada em Inglaterra, a corte do século XIV e as viagens que o pai faz em busca de mais prestígio, mas também um pouco do percurso das famílias e...

Dia Internacional da Língua Materna

Numa época em que somos um emaranhado de gentes, nacionalidades, culturas e línguas, importa celebrar o Dia Internacional da Língua Materna. Não a minha, não a vossa, a de todos nós. A língua materna é a nossa primeira ligação a uma família, a uma comunidade. É a doçura de um embalo, o ritmo de uma canção de roda, a lengalenga e a cantilena. É a poesia na voz de uma criança, tentando reproduzir um ditado popular ensinado na casa da avó. Seja em que língua for, de onde quer que tenham vindo, celebrem a vossa língua. Ela é a vossa pertença, o passado que não se pode deixar fugir. A minha é o Português. Um português salpicado de pexito, dos pregões da minha vila, das canções da (antiga e da Nova) Galé, dos gritos à janela para que fossemos para casa, do samba na avenida banhado em ritmos brasileiros e das cegadas de Alfarim. "O Dia Internacional da Língua Materna celebra-se, anualmente, a 21 de fevereiro. Este dia foi criado na 30.ª Conferência Geral da Organização das Nações Unidas ...

"D. Teresa - Uma Mulher que Não Abriu Mão do Poder"

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Posso começar por dizer que esta é uma das escritoras de que eu mais gosto. A forma como escreve prende desde a primeira página e, por muito grande que o livro seja, não me canso, pelo contrário. Isabel Stilwell tem uma coleção fantástica de romances históricos e este é o de D.  Teresa, mãe de Afonso Henriques. Nas aulas de história, aprendemos apenas que houve quezílias entre mãe e filho, mas este livro conta-nos a história de uma mulher de armas, com a qual acabamos por simpatizar e, não apenas, aquela mãe que se opôs ao filho. D. Teresa é filha do casamento entre Ximena Moniz do Bierzo, de quem herdou os olhos verdes e a astúcia, e de Afonso VI de Leão e Castela. Teresa é uma menina feliz que vive com a mãe e com a irmã, na localidade de Bierzo, mas as duas irmãs são levadas pelo pai, Afonso VI, para o reino de Leão onde passariam a ser educadas por um tia, Urraca que, com firmeza, as tenta preparar para o futuro que as espera. Além da sua irmã, com quem vivia no Bierzo, Teresa ...

Revéillon ou passagem de ano, o que importa é que nos traga muita paz e saúde!

Um ano muito feliz a todos vós! Sabem de onde vem o termo "Revéillon" que usamos para nos referirmos à noite de passagem de ano? Na França, no século XVII, o termo réveillon era usado para designar as festas da nobreza, que tinham como caraterística durar a noite inteira. A palavra "tem origem no termo réveiller, ou seja, "acordar", "deixar de dormir", que por sua vez vem do verbo latino velare, "fazer vigília", de vigilare, "velar, cuidar, não dormir". Como outras palavras que fomos adotando, aqui em Portugal, o termo acabou por ficar popular,servindo para fazer referência à grande noite de festa em que celebramos a mudança de ano. No Brasil, o uso deste termo vem do tempo de D. Pedro II, para identificar eventos populares entre os nobres do século XVII, grandes festas que duravam até ao nascer do dia seguinte, "como jantares e coquetéis — que costumavam acontecer na véspera de datas importantes." Atualmente, as festivid...

"O Almirante Português"

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Terminei hoje a leitura do romance "O almirante português", escrito por Jorge Moreira Silva e que nos narra de que forma os marinheiros portugueses, iam conseguindo sobreviver  ao início das guerras napoleónicas. Um romance construído sobre factos históricos que é fruto de uma intensa investigação sobre a nossa história naval que nos vai relatando a participação da força portuguesa e de Moreira Freire (o Marquês de Nisa) na Campanha do Mediterrâneo, ao lado da esquadra britânica de  Lord  Nelson, passando pelo  bloqueio da ilha de Malta, pelo combate aos piratas sarracenos e pela reconquista de Nápoles. Tendo como pano de fundo a Campanha do Egito, a segunda invasão francesa de Itália e os dramáticos dias da República Napolitana, é na pitoresca Nápoles que assistimos ao desenrolar da vida aventurosa de várias personagens, cujos destinos se cruzam de forma indelével e que ali se encontram. Um livro que também nos conta sobre atos de traição e de heroísmo, de paix...

"O rapaz que venceu Salazar"

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A minha última leitura foi este livro de Jacinto F. Matias que conta a história de quatro amigos que se encontram às escondidas para jogar à sueca e para ouvir a BBC e a Rádio Moscovo, ambas proibidas. Este pequeno grupo está no entanto na ser espiado,  enquanto discutem não só política, mas também gastronomia, mulheres e a vida. Nesta aldeia alentejana, vive-se com o medo associado ao cerco que se vai apertando pelos informadores e agentes da PIDE.  Numa escalada de atrevimento, estes quatro amigos afixam um cartaz do Movimento de União Democrática na vila, divulgando a sua participação nas eleições (que non fundo acabaram por ser uma farsa da ditadura), pagam com uma proibição dolorosa, mas que irá desencadear a improvável resposta de uma criança ao estado de medo e de obediência a que o País foi subjugado ao longo de décadas.  Neste livro, são também retratados episódios da vida quotidiana, relações familiares que, no meio da normalidade quotidiana, escondem o medo con...

Dia de Camões, de Portugal e das Comunidades de Língua Portuguesa

Esta é uma data importante que assinala a data da morte do grande poeta português, Luís de Camões, estudado nas nossas escolas, especialmente pelos alunos do 9º ano e que necessitam dos "Lusíadas" para passar na prova de final de ciclo. Além do feriado que nos dá mais um dia de descanso e da obrigatoriedade escolar, é também importante pensarmos na relevância desta data ao longo dos tempos. "Durante o regime ditatorial do Estado Novo de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974, o dia 10 de Junho era celebrado como o Dia da Raça," em que se exacerbavam as caraterísticas nacionais associadas à "raça" portuguesa. Esta ideia, felizmente, perdeu-se com a revolução! Depois da Implantação da República, em 1910, "foi publicado um decreto que dava aos municípios e concelhos a possibilidade de escolherem um dia do ano que representasse as suas festas tradicionais e municipais. Lisboa escolheu para feriado municipal o 10 de Junho, em honra de Camõe...

"Carta de Pêro Vaz de Caminha a el-rei D. Manuel sobre o achamento do Brasil"

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Cristóvão Colombo em 1492 leva as embarcações espanholas até ao território que passaria a ser conhecido como o "Novo mundo." Estávamos em pleno Renascimento, onde novas formas de expressão são encontradas, entre elas, a "literatura de viagens" - onde esta carta se inclui - e que não é mais do que guias náuticos ou diários de bordo, elaborados por um grupo que quer detalhar as dimensões da Terra, os monstros horríveis que vão enfrentando, as criaturas nunca vistas que vão sendo desvendadas e as lendas de cidades fantásticas. Estes relatos vão ajudar a desenvolver áreas do conhecimento como a história natural, a geografia, a astronomia e a antropologia. A "Carta" remetida por Pêro Vaz de Caminha a Dº. Manuel, é disso um bom exemplo. E scrita a 1 de Maio de 1500 em Porto Seguro, no Brasil, é a primeira notícia de um país e de um povo até então desconhecidos. Na sua versão original, encontra-se guardada na "Torre do Tombo e integra o registo da Memória do...

Dia Mundial da Lingua Portuguesa

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O Dia da Língua Portuguesa é assinalado pela CPLP desde 5 de Maio de 2010 e desde 2019 que a  Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO) proclamou esta data como Dia Mundial da Língua Portuguesa. A data é assinalada em vários pontos do globo. A CPLP, como organização intergovernamental, parceira oficial da UNESCO desde 2000, que reúne os povos que têm a língua portuguesa como um dos fundamentos da sua identidade específica, promove junto das suas comunidades diversas atividades de leitura, declamação de poesia, apresentação de livros, entre outras. "A língua portuguesa é não só uma das línguas mais difundidas no mundo, com mais de 265 milhões de falantes espalhados por todos os continentes, como é também a língua mais falada no hemisfério sul. O português continua a ser, hoje, uma das principais línguas de comunicação internacional, e uma língua com uma forte extensão geográfica, destinada a aumentar." Fontes: https://nuoi.missaoportugal.mne...