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"O nome da Rosa"

Quando se tem um livro destes em mão, é um pequeno tesouro literário que possuímos, pois ninguém pode ficar indiferente à narrativa de Umberto Eco. Mas não é um livro de fácil leitura, diria eu que não é um livro para qualquer leitor. Demorei a terminá-lo mas não o deixei de ler até conseguir chegar ao seu último capítulo. Diria até que foi preciso habituar-me primeiro ao ritmo da escrica de Umberto Eco, para depois conseguir maior fluidez na leitura. Terminei em dezembro de 2008. A história decorre no período medieval, em Itália, mais propriamente num mosteiro Beneditino, onde decorre um concílio no qual se investigam crimes de heresia. No entanto, enquanto se debatem assuntos de religião, começam a ocorrer misteriosos assassinatos. O  monge franciscano Guilherme de Baskerville e o noviço Adso de Melk, um jovem vindo de uma família da elite, e que é também o narrador da história, começam a investigar o que se passa, ao mesmo tempo que temem pelas suas próprias vidas. Acabam por descob...

"Memórias de uma Gueixa"

Li este livro em setembro de 2008, já lá vão 10 anos, mas ainda me consigo lembrar de algumas passagens. De tal forma que sinto um friozinho de cada vez que vejo o livro ali na minha estante. Posso dizer que foi um dos que mais me marcou naquele ano. É um livro duro, que nos leva numa viagem por uma sociedade fechada, com as suas especificidades e peculiaridades. "Uma história como a minha nunca devia ser contada..."  Este é um romance histórico escrito por Arthur Golden, publicado em 1997, em que é contada na primeira pessoa a história de uma gueixa em Gion, Kioto, no Japão.  Um livro que me impressionou pela dureza e pela forma como nos conseguimos embrenhar no enredo, sentir a dor, as alegrias, a tristeza e a esperança de uma criança que se vem a tornar numa das mais conceituadas gueixas do seu tempo. É uma história b aseada em factos verídicos, sobre como era a vida das gueixas, que de facto não eram mais do que acompanhantes de luxo, que acabavam por leiloar a sua virgin...

"A máscara de Ababol"

Li "A Máscara de Ababol" em outubro de 2008. Um livro da dupla de escritoras Léa Veléz e Susana Prieto. A história passa-se em Madrid, do século XIX, com o regresso de Alejandro Navarro. Ababol era ainda uma menina quando deu a Alejandro um pequeno talismã de ambar que o acompanhou em várias batalhas, mas agora é uma mulher determinada e instruída. Mas afinal aquela pequena esfera é também a chave de um tesouro que está na família de Ababol. O mistério adensa-se quando começam a acontecer uma série de duelos, em que alguém misterioso, mudo e de rosto tapado, se bate ao nascer do dia com algumas das personagens mais ilustres da corte de Fernando VII, cujo reinado as autores descrevem não deixando de lado as sociedades secretas que tentam recuperar a posse de Cádiz e a repressão Régia. Ababol, move-se entre estas duas sociedades, não obstante a sua feminilidade, é uma lutadora exímia que nos traz à memória, o grande Zorro. Sobre as autoras: Susana Prieto  nasceu em Puebla de Sa...

"A máscara de Ababol"

Li "A Máscara de Ababol" em outubro de 2008. Um livro da dupla de escritoras Léa Veléz e Susana Prieto. A história passa-se em Madrid, do século XIX, com o regresso de Alejandro Navarro. Ababol era ainda uma menina quando deu a Alejandro um pequeno talismã de ambar que o acompanhou em várias batalhas, mas agora é uma mulher determinada e instruída. Mas afinal aquela pequena esfera é também a chave de um tesouro que está na família de Ababol. O mistério adensa-se quando começam a acontecer uma série de duelos, em que alguém misterioso, mudo e de rosto tapado, se bate ao nascer do dia com algumas das personagens mais ilustres da corte de Fernando VII, cujo reinado as autores descrevem não deixando de lado as sociedades secretas que tentam recuperar a posse de Cádiz e a repressão Régia. Ababol, move-se entre estas duas sociedades, não obstante a sua feminilidade, é uma lutadora exímia que nos traz à memória, o grande Zorro. Sobre as autoras: Susana Prieto  nasceu em Puebla de Sa...

"O codex 632"

"O codex 632" escrito por José Rodrigues dos Santos, foi a minha companhia durante o verão de 2008. Um livro imenso, não apenas no tamanho, mas também na qualidade. José Rodrigues dos Santos não é um autor muito consensual, mas posso afirmar que gostei bastante da sua forma de escrita, da construção do enredo e da interação entre as personagens. Destaco a linguagem simples, mas que reverte em diálogos nem sempre fáceis de compreender, uma vez que abordam temas muito concretos e científicos. Alia-se uma capacidade descritiva única, que apesar de longa não considero que se torne enfadonha.  Aquilo que mais gostei foi da incrível pesquisa que se percebe que foi feita antes da própria escrita do romance. O livro, baseado em documentos históricos genuínos, leva-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, uma aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, um autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça ...

"O codex 632"

"O codex 632" escrito por José Rodrigues dos Santos, foi a minha companhia durante o verão de 2008. Um livro imenso, não apenas no tamanho, mas também na qualidade. José Rodrigues dos Santos não é um autor muito consensual, mas posso afirmar que gostei bastante da sua forma de escrita, da construção do enredo e da interação entre as personagens. Destaco a linguagem simples, mas que reverte em diálogos nem sempre fáceis de compreender, uma vez que abordam temas muito concretos e científicos. Alia-se uma capacidade descritiva única, que apesar de longa não considero que se torne enfadonha.  Aquilo que mais gostei foi da incrível pesquisa que se percebe que foi feita antes da própria escrita do romance. O livro, baseado em documentos históricos genuínos, leva-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, uma aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, um autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça ...

Outros livros...

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Tenho deixado aqui alguns dos títulos que já li. Aqui ficam hoje mais alguns que quero partilhar convosco! Em 2006, li entre outros livros, " O Código da Vinci ", de Dan Brown.   Quem já leu sabe que é um livro que nos prende, página pós página e que as surpresas se vão sobrepondo. Acho que é daqueles livros que só se lê uma vez: depois de sabermos como termina, deixa de ter piada. Mas adorei. Em Outubro do mesmo ano, li também "A praia do destino", de Anita Shreve. Olympia Biddeford é a filha única de um proeminente casal de Bóston – uma jovem precoce a quem o pai afastou das instituições académicas com o objectivo de lhe garantir uma educação refinada e pouco convencional. No Verão de 1899, Olympia tem quinze anos e a sua vida está prestes a mudar para sempre. Cheia de ideias e entusiasmada com os primeiros arrebatamentos da maturidade, é admitida no círculo social do pai, que contempla artistas, escritores, advogados e, entre eles, John Haskell, um médico carism...

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Tenho deixado aqui alguns dos títulos que já li. Aqui ficam hoje mais alguns que quero partilhar convosco! Em 2006, li entre outros livros, " O Código da Vinci ", de Dan Brown.   Quem já leu sabe que é um livro que nos prende, página pós página e que as surpresas se vão sobrepondo. Acho que é daqueles livros que só se lê uma vez: depois de sabermos como termina, deixa de ter piada. Mas adorei. Em Outubro do mesmo ano, li também "A praia do destino", de Anita Shreve. Olympia Biddeford é a filha única de um proeminente casal de Bóston – uma jovem precoce a quem o pai afastou das instituições académicas com o objectivo de lhe garantir uma educação refinada e pouco convencional. No Verão de 1899, Olympia tem quinze anos e a sua vida está prestes a mudar para sempre. Cheia de ideias e entusiasmada com os primeiros arrebatamentos da maturidade, é admitida no círculo social do pai, que contempla artistas, escritores, advogados e, entre eles, John Haskell, um médico carism...