sexta-feira, 29 de junho de 2012
"Cromossma 6"
Não foi dos livros de Cook que mais me fascinou, mas gostei do enredo. Conhecendo mais alguns dos seus livros, não teve o desfecho arriscado que se encontra noutros livros do autor.
A ação desta história de situa-se em dois cenários muito diferentes: Nova-Iorque e África Equatorial, e revela as assustadoras possibilidades médicas do futuro. A história começa quando um chefe da máfia, Carlo Franconi é assassinado. O seu corpo é levado para autópsia e, num que era para ser um dia de trabalho normal, algo de misterioso acontece e o corpo desaparece da morgue. Alguns dias mais tarde, é encontrado no mar e levado para a mesma mesa da morgue um cadáver não identificado e mutilado. Após horas de pesquisa, especulação e árduo trabalho dos médicos legistas envolvidos, o corpo acaba por ser identificado como o de Carlo Franconi. Mas o mistério continua - algo está errado com aquele fígado ou com o que dele resta.
Entretanto em África algo se passa num centro médico muito avançado para aquela zona equatorial e até para a época. E um dos médicos envolvidos começa a perceber que talvez tenha cometido um erro... mas o que envolve muito dinheiro, não pode ser confrontado.
"Cromossma 6"
Não foi dos livros de Cook que mais me fascinou, mas gostei do enredo. Conhecendo mais alguns dos seus livros, não teve o desfecho arriscado que se encontra noutros livros do autor.
A ação desta história de situa-se em dois cenários muito diferentes: Nova-Iorque e África Equatorial, e revela as assustadoras possibilidades médicas do futuro. A história começa quando um chefe da máfia, Carlo Franconi é assassinado. O seu corpo é levado para autópsia e, num que era para ser um dia de trabalho normal, algo de misterioso acontece e o corpo desaparece da morgue. Alguns dias mais tarde, é encontrado no mar e levado para a mesma mesa da morgue um cadáver não identificado e mutilado. Após horas de pesquisa, especulação e árduo trabalho dos médicos legistas envolvidos, o corpo acaba por ser identificado como o de Carlo Franconi. Mas o mistério continua - algo está errado com aquele fígado ou com o que dele resta.
Entretanto em África algo se passa num centro médico muito avançado para aquela zona equatorial e até para a época. E um dos médicos envolvidos começa a perceber que talvez tenha cometido um erro... mas o que envolve muito dinheiro, não pode ser confrontado.
"Os filhos da mãe"
Comecei e terminei a leitura de "Os filhos da mãe" de Rita Ferro, tão depressa que só hoje peguei bem no livro e lhe analisei a capa ao pormenos, percorrendo a imagem que o ilustra com lhos de quem vê naquela capa uma das várias cenas descritas nas páginas que envolve.
Gostei bastante , já tendo lido, Rita Ferrro num outro registo, estranhei a escrita e o tema. Estranhei mas não deixei de gostar. Esta escritora inova a cada livro que edita e neste é de realçar a irreverência da autora, a sua extrema audácia. Parece que estampos a ler uma carta escrita a alguém chegado, num tom divertido, com os erros linguísticos do bom (típico) português, ou a ouvir apenas um dos lados de uma longa conversa solta sem tempo de acabar, numa tarde soalheira numa qualquer mesa de café.
Se o puder considerar como romance, este é de fato um romance apaixonado que reflete a vida, desconcertante, de uma família enlaçada por laços ténues, frágeis e irreais, que (con-)vive num espaço exíguo.
Um romance que me demorou a avaliar, pois é daqueles que gostamos mas não sabemos bem porquê e não saberia como justificar a nota caso mo pedissem.
"Os filhos da mãe"
Comecei e terminei a leitura de "Os filhos da mãe" de Rita Ferro, tão depressa que só hoje peguei bem no livro e lhe analisei a capa ao pormenos, percorrendo a imagem que o ilustra com lhos de quem vê naquela capa uma das várias cenas descritas nas páginas que envolve.
Gostei bastante , já tendo lido, Rita Ferrro num outro registo, estranhei a escrita e o tema. Estranhei mas não deixei de gostar. Esta escritora inova a cada livro que edita e neste é de realçar a irreverência da autora, a sua extrema audácia. Parece que estampos a ler uma carta escrita a alguém chegado, num tom divertido, com os erros linguísticos do bom (típico) português, ou a ouvir apenas um dos lados de uma longa conversa solta sem tempo de acabar, numa tarde soalheira numa qualquer mesa de café.
Se o puder considerar como romance, este é de fato um romance apaixonado que reflete a vida, desconcertante, de uma família enlaçada por laços ténues, frágeis e irreais, que (con-)vive num espaço exíguo.
Um romance que me demorou a avaliar, pois é daqueles que gostamos mas não sabemos bem porquê e não saberia como justificar a nota caso mo pedissem.
quinta-feira, 7 de junho de 2012
"Cromossoma 6"
"Cromossoma 6"
quarta-feira, 6 de junho de 2012
De férias... a ler "Toxina"
... mas a fazer uma etapa de 36 horas no quartel. O que entra outras coisas também dá para ler.
Terminei "Toxina" de Robin Cook. Adorei e fiquei com vontade de ler mais um bocadinho.
Entretanto comecei a ler "Uivo de liberdade" (dos livros condensados).
Mas não resisti e ontem passei na biblioteca. Trouxe mais dois livros: um de Robin Cook e outro de Rita Ferro. Dois autores distintos, opostos, na língua, nas origens e na sua forma de escrever, que me agradam de maneiras totalmente diferentes.
De férias... a ler "Toxina"
... mas a fazer uma etapa de 36 horas no quartel. O que entra outras coisas também dá para ler.
Terminei "Toxina" de Robin Cook. Adorei e fiquei com vontade de ler mais um bocadinho.
Entretanto comecei a ler "Uivo de liberdade" (dos livros condensados).
Mas não resisti e ontem passei na biblioteca. Trouxe mais dois livros: um de Robin Cook e outro de Rita Ferro. Dois autores distintos, opostos, na língua, nas origens e na sua forma de escrever, que me agradam de maneiras totalmente diferentes.
"Sonata em Auschwitz"
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