sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

"O código Da Vinci"

Posso afirmar que este foi um dos melhores livros que li até agora. Apesar da sua densidade, consegui terminar a leitura em pouco mais de uma semana, em setembro de 2006. Acompanhou-me em casa, na praia e no trabalho!


Dan Brown consegue manter-nos no suspense página após página, com uma escrita deveras inteligente, vertiginosa com muitos pormenores científicos e históricos que nos agarram do princípio ao fim. O livro poderá assustar alguns leitores menos assíduos ou que gostem de livros "rápidos" de ler, mas acreditem que a história nos agarra de tal forma que é quase impossível largar até termos terminado de ler.


A personagem principal é Robert Langdon, que é um conceituado simbologista de Harvard. Apesar de se compreender muito bem cada livro por si só, "O código da Vinci" é editado depois de "Anjos e demónios" e faz parte da saga deste autor, no qual a personagem Robert Langdon é apresentada pela primeira vez.


Robert está em Paris para fazer uma palestra quando sabe que o curador do Louvre apareceu morto no museu em circustâncias muito estranhas, entre as quais, um código junto ao corpo. Para descobrir o código, Robert junta-se a Sophie Neveu, uma criptologista francesa. As ligações que vão fazendo, conduzem-nos a diversos perigos e novas descobertas, onde se incluem pistas inscritas nas obras de Leonardo Da Vinci ou uma sociedade secreta a que pertenceram figuras tão conhecidas como Sir Isaac Newton, Botticelli, Vitor Hugo e outros.


Outras personagens marcantes ao longo da história é Cilas, Aringarosa e o capitão Bezu Fache. Neste livro, o autor coloca diversas ideias em causa, fazendo-nos pensar sobre a origem de determinados conceitos impostos ao longo de séculos, muitos deles relacionados com o aparecimento do Cristianismo, com a história da igreja católica e com a própria intervenção de grupos importantes da sociedade na ocultação ou disponibilização de factos consoante lhes era conveniente aos seus intentos.


É um livro longo mas a história emocionante não nos deixa desistir. Quando sabemos o final de um livro, repetir a leitura já não é tão entusiasmante, mas agora quando pego no livro e o desfolho, dá-me aquela vontade de repetir a leitura.


Quanto ao filme, já tentei mas não consigo manter o mesmo entusiasmo que tive com o livro, talvez por já saber de antemão o fim de cada uma das personagens.

domingo, 21 de janeiro de 2018

"A praia do destino"

Conheci o tipo de escrita de Anita Shreve ao ler "A praia do destino" pela primeira vez em julho de 2006, e foi desde logo uma escritora que me cativou. Por algum motivo, gostei da sua forma de descrever os acontecimentos e espaços.


A história decorre no final do século XIX, em Boston, Massachusetts. Olympia Biddeford é a filha única de um proeminente casal – uma jovem precoce a quem o pai afastou das instituições académicas com o objetivo de lhe garantir uma educação refinada e pouco convencional. No Verão de 1899, Olympia tem quinze anos e a sua vida está prestes a mudar para sempre.


Cheia de ideias e entusiasmada com os primeiros arrebatamentos da maturidade, é admitida no círculo social do pai, que contempla artistas, escritores, advogados e, entre eles, John Haskell, um médico carismático. Entre ambos nasce uma impensável e arrebatadora paixão. Sem ter em conta o sentido das conveniências ou da auto-preservação, Olympia mergulha de cabeça numa relação cujos resultados serão catastróficos - John tem quarenta anos, é casado e pai de quatro filhos. 


Um romance que deve ser lido com a consciência da época e dos costumes a que se refere, mas que é uma história de amor, de tentativa de procurar a felicidade, apesar de todos os entraves que as personagens têm de enfrentar. É um livro que nos conduz também a uma visão erótica da mulher.  


Acaba por ser um romance com uma linguagem rica e descrições detalhadas, que nos permite criar uma imagem muito "realista" das personagens e das suas ações e dia a dia. Não é um romance convencional uma vez que vai abordar alguns tópicos que podem até levar ao debate e à discórdia.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

A importância dos livros

Na minha vida, os livros sempre desempenharam um papel muito importante. Aprendi a ler muito cedo e desde logo me comecei a aventurar por livros cada vez maiores, com mais páginas, com temas diferentes. Os livros foram os companheiros de brincadeira que muitas vezes eu não encontrava nas outras crianças da minha idade.


Os livros são uma companhia. Respeito cada escritor, cada linha, cada palavra. Os livros não são apenas uma história contada. São o trabalho de várias pessoas, uma das quais é o escritor, que nos agarra pelas palavras à verdadeira essência da história.


Os livros não são um elemento decorativo. São instrumentos de trabalho, são fontes de prazer e de entretenimento, são pedaços de cultura e de história que podemos agarrar com as mãos e desfolhar com os olhos. 


O pior que posso ver são livros deitados ao lixo. São pedaços de alma de alguém que foram esquecidos e abandonados!


Gostava de ter mais tempo para ler, mais tempo para os meus livros e para os meus blogues também. 

A importância dos livros

Na minha vida, os livros sempre desempenharam um papel muito importante. Aprendi a ler muito cedo e desde logo me comecei a aventurar por livros cada vez maiores, com mais páginas, com temas diferentes. Os livros foram os companheiros de brincadeira que muitas vezes eu não encontrava nas outras crianças da minha idade.


Os livros são uma companhia. Respeito cada escritor, cada linha, cada palavra. Os livros não são apenas uma história contada. São o trabalho de várias pessoas, uma das quais é o escritor, que nos agarra pelas palavras à verdadeira essência da história.


Os livros não são um elemento decorativo. São instrumentos de trabalho, são fontes de prazer e de entretenimento, são pedaços de cultura e de história que podemos agarrar com as mãos e desfolhar com os olhos. 


O pior que posso ver são livros deitados ao lixo. São pedaços de alma de alguém que foram esquecidos e abandonados!


Gostava de ter mais tempo para ler, mais tempo para os meus livros e para os meus blogues também. 

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

Um pouco sobre mim

Ja tenho falado aqui e ali sobre mim, mas não é algo que eu goste de fazer. Nesta data, o blogiue mudou de morada e o que havia foi transcrito para o Sapo. Aqui ficará enquanto for possível!


Eu em pequena gostava muito de passar horas sentada no meu cantinho a ler. Devorava livros, especialmente durante as Férias de verão. E era aquela menina que aos 11 anos, já lia coisas que não eram para a sua idade escondida debaixo dos lençóis com uma lanterna de bolso.


Agora como mãe, passo ao meu filho o gosto pela leitura e pelos livros. 


Se tiverem algo de importante e de interessante a acrescentar às minhas publicações, disponham do espaço dos comentários para o fazer. Será giro termos opiniões diferentes sobre um mesmo livro, o que tornará este blogue um local mais rico e participado.

"Sonata em Auschwitz"

Este livro de Luize Valente leva-nos através de Amália, uma portuguesa com ascendência alemã, pela história de uma mãe que teve a sua bebé n...