quinta-feira, 29 de março de 2018

"A máscara de Ababol"

Li "A Máscara de Ababol" em outubro de 2008. Um livro da dupla de escritoras Léa Veléz e Susana Prieto.


A história passa-se em Madrid, do século XIX, com o regresso de Alejandro Navarro. Ababol era ainda uma menina quando deu a Alejandro um pequeno talismã de ambar que o acompanhou em várias batalhas, mas agora é uma mulher determinada e instruída. Mas afinal aquela pequena esfera é também a chave de um tesouro que está na família de Ababol.


O mistério adensa-se quando começam a acontecer uma série de duelos, em que alguém misterioso, mudo e de rosto tapado, se bate ao nascer do dia com algumas das personagens mais ilustres da corte de Fernando VII, cujo reinado as autores descrevem não deixando de lado as sociedades secretas que tentam recuperar a posse de Cádiz e a repressão Régia.


Ababol, move-se entre estas duas sociedades, não obstante a sua feminilidade, é uma lutadora exímia que nos traz à memória, o grande Zorro.


Sobre as autoras:


Susana Prieto nasceu em Puebla de Sanabria, em 1962, tendo estudado Relações Públicas em Madrid.


Lea Veléz, que nasceu em Madrid em 1970, estudou Ciências da Informação na Universidade Complutense. É diplomada pela ECAM (Escola de Cinema e do Audiovisual de Madrid), na especialidade de guião cinematográfico.


O primeiro romance de ambas, A Casa do Destino, editado pela Casa das Letras, foi igualmente bem recebido pelo público, tanto em Espanha como em Portugal. 

"A máscara de Ababol"

Li "A Máscara de Ababol" em outubro de 2008. Um livro da dupla de escritoras Léa Veléz e Susana Prieto.


A história passa-se em Madrid, do século XIX, com o regresso de Alejandro Navarro. Ababol era ainda uma menina quando deu a Alejandro um pequeno talismã de ambar que o acompanhou em várias batalhas, mas agora é uma mulher determinada e instruída. Mas afinal aquela pequena esfera é também a chave de um tesouro que está na família de Ababol.


O mistério adensa-se quando começam a acontecer uma série de duelos, em que alguém misterioso, mudo e de rosto tapado, se bate ao nascer do dia com algumas das personagens mais ilustres da corte de Fernando VII, cujo reinado as autores descrevem não deixando de lado as sociedades secretas que tentam recuperar a posse de Cádiz e a repressão Régia.


Ababol, move-se entre estas duas sociedades, não obstante a sua feminilidade, é uma lutadora exímia que nos traz à memória, o grande Zorro.


Sobre as autoras:


Susana Prieto nasceu em Puebla de Sanabria, em 1962, tendo estudado Relações Públicas em Madrid.


Lea Veléz, que nasceu em Madrid em 1970, estudou Ciências da Informação na Universidade Complutense. É diplomada pela ECAM (Escola de Cinema e do Audiovisual de Madrid), na especialidade de guião cinematográfico.


O primeiro romance de ambas, A Casa do Destino, editado pela Casa das Letras, foi igualmente bem recebido pelo público, tanto em Espanha como em Portugal. 

segunda-feira, 26 de março de 2018

"O codex 632"

"O codex 632" escrito por José Rodrigues dos Santos, foi a minha companhia durante o verão de 2008. Um livro imenso, não apenas no tamanho, mas também na qualidade.


José Rodrigues dos Santos não é um autor muito consensual, mas posso afirmar que gostei bastante da sua forma de escrita, da construção do enredo e da interação entre as personagens. Destaco a linguagem simples, mas que reverte em diálogos nem sempre fáceis de compreender, uma vez que abordam temas muito concretos e científicos. Alia-se uma capacidade descritiva única, que apesar de longa não considero que se torne enfadonha. 


Aquilo que mais gostei foi da incrível pesquisa que se percebe que foi feita antes da própria escrita do romance.


O livro, baseado em documentos históricos genuínos, leva-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, uma aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, um autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça o real para dissimular a verdade. A personagem principal é um professor de história, de nome Tomás de Noronha, perito em criptografia, que procura conhecer a verdadeira história de Cristóvão Colombo. Há também uma história de amor, espiões e um fim avassalador com uma perda familiar, tudo ingredientes que fazem deste um daqueles romances difíceis de largar.


Sobre o autor:


José Rodrigues dos Santos estreou-se na escrita de romances com "A Ilha das Trevas", tendo publicado até 2012 quatro ensaios e um total de dez romances.


Nasceu na cidade da Beira, em Moçambique, é jornalista, correspondente de guerra, professor universitário, é também um ensaísta e romancista.


Abraçou a carreira de jornalista em 1981, na Rádio Macau. Trabalhou na BBC, em Londres, de 1987 a 1990, e seguiu para a RTP, onde começou a apresentar o 24 horas. Em 1991 passou para a apresentação do Telejornal e tornou-se colaborador permanente da CNN entre 1993 e 2002. Doutorado em Ciências da Comunicação, é professor da Universidade Nova de Lisboa e jornalista da RTP, tendo ocupado por duas vezes o cargo de Diretor de Informação da televisão pública.


Tornou-se dos escritores portugueses contemporâneos a alcançar maior número de edições com livros que venderam mais de cem mil exemplares cada. 


Fontes:


https://www.wook.pt/livro/o-codex-632-jose-rodrigues-dos-santos/171935

"O codex 632"

"O codex 632" escrito por José Rodrigues dos Santos, foi a minha companhia durante o verão de 2008. Um livro imenso, não apenas no tamanho, mas também na qualidade.


José Rodrigues dos Santos não é um autor muito consensual, mas posso afirmar que gostei bastante da sua forma de escrita, da construção do enredo e da interação entre as personagens. Destaco a linguagem simples, mas que reverte em diálogos nem sempre fáceis de compreender, uma vez que abordam temas muito concretos e científicos. Alia-se uma capacidade descritiva única, que apesar de longa não considero que se torne enfadonha. 


Aquilo que mais gostei foi da incrível pesquisa que se percebe que foi feita antes da própria escrita do romance.


O livro, baseado em documentos históricos genuínos, leva-nos numa surpreendente viagem pelo tempo, uma aventura repleta de enigmas e mitos, segredos encobertos e pistas misteriosas, aparências enganadoras e factos silenciados, um autêntico jogo de espelhos onde a ilusão disfarça o real para dissimular a verdade. A personagem principal é um professor de história, de nome Tomás de Noronha, perito em criptografia, que procura conhecer a verdadeira história de Cristóvão Colombo. Há também uma história de amor, espiões e um fim avassalador com uma perda familiar, tudo ingredientes que fazem deste um daqueles romances difíceis de largar.


Sobre o autor:


José Rodrigues dos Santos estreou-se na escrita de romances com "A Ilha das Trevas", tendo publicado até 2012 quatro ensaios e um total de dez romances.


Nasceu na cidade da Beira, em Moçambique, é jornalista, correspondente de guerra, professor universitário, é também um ensaísta e romancista.


Abraçou a carreira de jornalista em 1981, na Rádio Macau. Trabalhou na BBC, em Londres, de 1987 a 1990, e seguiu para a RTP, onde começou a apresentar o 24 horas. Em 1991 passou para a apresentação do Telejornal e tornou-se colaborador permanente da CNN entre 1993 e 2002. Doutorado em Ciências da Comunicação, é professor da Universidade Nova de Lisboa e jornalista da RTP, tendo ocupado por duas vezes o cargo de Diretor de Informação da televisão pública.


Tornou-se dos escritores portugueses contemporâneos a alcançar maior número de edições com livros que venderam mais de cem mil exemplares cada. 


Fontes:


https://www.wook.pt/livro/o-codex-632-jose-rodrigues-dos-santos/171935

"Sonata em Auschwitz"

Este livro de Luize Valente leva-nos através de Amália, uma portuguesa com ascendência alemã, pela história de uma mãe que teve a sua bebé n...