domingo, 26 de janeiro de 2020

"Cromossoma 6"

Robin Cook, penso que nunca desilude, pois não? Eu adorei este "Cromossoma 6" lido em 2012, que nos leva ao mundo da manipulação genética.


O Dr.º Jack Stapleton vê-se perante um cadáver que, após ter desaparecido da morgue, é encontrado mutilado no rio. O que mais espanta o médico é a falta do fígado. Tentando chegar à verdade, e com o auxílio da sua colega Laurie Montgomery, o Dr.º Jack começa uma aventura na busca pela verdade. Esta pesquisa acaba por levá-los à Guiné Equatorial, onde descobrem uma sinistra cabala que irá pôr em risco as suas próprias vidas.


Este livro leva-nos a uma questão fulcral - podemos fazer tudo? Eticamente, a ciência tem liberdade para ir até onde? Um livro que nos faz pensar nas questões deontológicas da medicina, em especial da área da investigação genética.


Fontes:


https://www.wook.pt/livro/cromossoma-6-robin-cook/65604

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

"Uivo de Liberdade"

Lido em 2012, esta é a história de Silverfeet, um lobo que cresce na floresta, numa alcateia, mas que devido a um incêndio acaba por se aproximar demasiado de uma área habitada pelo homem. Faz parte de um conjunto da Reader's Digest, em que cada volume tem quatro romances condensados. 


Um romance diferente, escrito pela mão sábia de R. D. Lawrence que fala sobre a natureza - um tema recorrente na obra deste escritor - baseado na sua passagem pelas densas florestas de Ontário e pela sua admiração pelos lobos.


 

segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

"Toxina"

Robin Cook é daqueles escritores que dispensa apresentações. Este livro li em 2012 e trata-se de um dos seus melhores thrillers na minha modesta opinião.


A história conta-nos o desespero sentido pelo Dr. Kim Reggis, um dos maiores cirurgiões cardíacos do país, quando é confrontado com a sua própria impotência em salvar a filha adolescente.


Numa noite normal, Kim, recém-divorciado, leva Becky ao restaurante preferido da filha. A refeição americana por excelência, hamburgers e batatas fritas, provoca a tragédia. No decurso da semana seguinte, Becky adoece gravemente, devido a envenenamento bacteriano com E.coli. À medida que a saúde de Becky piora, o cirurgião é levado a extremos, perante a sua incapacidade para alterar a inexorável progressão da doença. E quando a administração revoga os seus privilégios hospitalares, Kim vê-se sozinho.

Louco de desgosto, Kim lança-se numa cruzada para investigar os motivos por que a sua filha adoeceu. Os rastos das provas letais deixados pelas falsificadas práticas da indústria da carne e respectivas cumplicidades, arrastam-se desde o matadouro até à alta hierarquia industrial. Passa então a ser um alvo de uma grande conspiração envolvendo a poderosa indústria de carnes de Boston e os órgãos de fiscalização competentes e sua inoperância e negligência nas inspeções sanitárias.


Auxiliado pela ex-mulher, Tracy, Kim acaba por descobrir a chocante verdade - mas o preço poderá ser a sua vida e as daqueles que ama.


Fontes:


https://www.wook.pt/livro/toxina-robin-cook/65663

terça-feira, 14 de janeiro de 2020

"Fim de tarde em Mossul"

Neste novo ano, continuo a escrever um pouco sobre os livros que fui lendo ao longo dos ultimos anos, recuperando os meus apontamentos e anotações. Em 2012, um ano bastante rico em boas leituras conheci este romance de Lynne O'Donnel que nos fala sobre a guerra do Iraque.


Quando em 2003 as tropas da coligação conseguem entrar no Iraque, uma jornalista australiana destacada para cobrir a guerra para o Times irlandês consegue entrar na área de guerra e relatar pormenorizadamente o medo e a violência que assolavam o país.


Numa das suas visitas de campo, Lynne O’ Donnel conhece um médico iraquiano, a sua mulher Pauline (pseudónimo) e Margaret, a amiga desta, as duas de nacionalidade britânica há trinta anos a residirem em Mossul. Conheceram os seus maridos em Inglaterra e mudaram-se em 1970 para o Iraque, onde assistiram à guerra com o Irão, à invasão do Kuwait e ao embargo internacional. Recordam os primeiros tempos com saudade onde se vivia alguma liberdade antes de Saddam Hussein impôr regras e hábitos rígidos como a obrigatoriedade do uso do véu, a proibição de se banharem no rio, de dançarem, o racionamento da comida, a discriminação ocidental e o clima constante de guerra.


Este livro é um testemunho extraordinário e emotivo da vida no Iraque visto através de olhos não iraquianos, com uma perspetiva diferente sobre os acontecimentos.


Sobre a autora:


Lynne O’ Donnell é uma jornalista australiana que viveu e trabalhou em muitos países na Ásia, Médio Oriente e Europa. Depois dos ataques às Torres Gémeas, O'Donnell começou a cobrir ações de terrorismo e de conflitos armados por toda a Ásia Central, Europa e Médio Oriente.


Cobriu a guerra no Afeganistão, e em 2002 mudou-se para Instambul destacada pela Irish Times. Durante uma década especializou-se em assuntos chineses vivendo em Beijing, Shangai e Hong Kong. Colaborou com inúmeras publicações, como Wall Street Journal, San Francisco Chronicle, The Times, The Observer e a BBC. É actualmente editora da agência France-Press para os assuntos asiáticos.


Fontes:


https://www.wook.pt/livro/fim-de-tarde-em-mossul-lynne-o-donnell/200140


https://lynneodonnell.net/author/lynne/


 

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Feliz ano novo

Que este novo ano seja mais feliz e que traga muitos livros novos!


Sigo alguns grupos no facebook e há tanto que ainda me falta ler! Este ano, o meu tempo de leitura será outro, depois da minha mudança de trabalho. Uma das coisas que quero começar a fazer este ano é voltar às minhas leituras na praia. Era uma coisa que eu antes fazia muito e que fui deixando de fazer. 


Um bom ano e boas leituras para todos! 

"Sonata em Auschwitz"

Este livro de Luize Valente leva-nos através de Amália, uma portuguesa com ascendência alemã, pela história de uma mãe que teve a sua bebé n...