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A hora do Conto

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Os momentos de "Hora do Conto", ou os "cantinhos de Histórias" são relativamente fáceis de construir e precisam apenas de uns almofadões, um fantoche, uma manta de retalhos, e é claro, um livro. E este pode ser o ponto mais difícil. Escolher um bom livro e prepará-lo dá trabalho! É preciso conhecer qual será o público alvo da nossa história, de quanto tempo dispomos e como é que pretendemos que as crianças participem! O que mais desejamos é construir um momento que seja agradável para todos: adultos e crianças. E que fique na memória! O trabalho com contos clássicos torna estes momentos muito atrativos, dinâmicos e próximos da realidade das nossas crianças. Com os contos, estimula-se a imaginação e a criatividade das crianças, completando-se a leitura de uma história com atividades lúdicas e que as levam a envolver-se no enredo. As crianças identificam-se com a história da sua personagem favorita, sentem as suas alegrias e as suas tristezas como se fossem suas, cons...

Outros livros...

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Tenho deixado aqui alguns dos títulos que já li. Aqui ficam hoje mais alguns que quero partilhar convosco! Em 2006, li entre outros livros, " O Código da Vinci ", de Dan Brown.   Quem já leu sabe que é um livro que nos prende, página pós página e que as surpresas se vão sobrepondo. Acho que é daqueles livros que só se lê uma vez: depois de sabermos como termina, deixa de ter piada. Mas adorei. Em Outubro do mesmo ano, li também "A praia do destino", de Anita Shreve. Olympia Biddeford é a filha única de um proeminente casal de Bóston – uma jovem precoce a quem o pai afastou das instituições académicas com o objectivo de lhe garantir uma educação refinada e pouco convencional. No Verão de 1899, Olympia tem quinze anos e a sua vida está prestes a mudar para sempre. Cheia de ideias e entusiasmada com os primeiros arrebatamentos da maturidade, é admitida no círculo social do pai, que contempla artistas, escritores, advogados e, entre eles, John Haskell, um médico carism...

Outros livros...

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Tenho deixado aqui alguns dos títulos que já li. Aqui ficam hoje mais alguns que quero partilhar convosco! Em 2006, li entre outros livros, " O Código da Vinci ", de Dan Brown.   Quem já leu sabe que é um livro que nos prende, página pós página e que as surpresas se vão sobrepondo. Acho que é daqueles livros que só se lê uma vez: depois de sabermos como termina, deixa de ter piada. Mas adorei. Em Outubro do mesmo ano, li também "A praia do destino", de Anita Shreve. Olympia Biddeford é a filha única de um proeminente casal de Bóston – uma jovem precoce a quem o pai afastou das instituições académicas com o objectivo de lhe garantir uma educação refinada e pouco convencional. No Verão de 1899, Olympia tem quinze anos e a sua vida está prestes a mudar para sempre. Cheia de ideias e entusiasmada com os primeiros arrebatamentos da maturidade, é admitida no círculo social do pai, que contempla artistas, escritores, advogados e, entre eles, John Haskell, um médico carism...

Uma canção de outono

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Para quem trabalha com crianças - educadores, professores, auxiliares - e que queira introduzir o tema do Outono nas salas dos mais pequenos, aqui fica uma ideia simples. Começar com u ma pequena canção. E quem não se lembra de cantar?   O ouriço já secou já caiu a castanhinha; hoje é dia de comer uma castanha cozidinha. Cozidinha ou assadinha na fogueira a saltitar; hoje é dia de magusto vamos cantar e bailar. (tradicional) Uma música sobre o Ouriço, que pode ser o ínicio de uma explicação sobre o que “protege” a Castanha. Levem Ouriços, castanhas e folhas de castanheiro para as vossas salas, deixem-nos observar, tocar, cheirar, só tenham atenção é ao Ouriço, para que ninguém se magoe.  É uma actividade deliciosa que resulta muto bem e que as vossas crianças vão recordar durante muito tempo.

Uma canção de outono

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Para quem trabalha com crianças - educadores, professores, auxiliares - e que queira introduzir o tema do Outono nas salas dos mais pequenos, aqui fica uma ideia simples. Começar com u ma pequena canção. E quem não se lembra de cantar?   O ouriço já secou já caiu a castanhinha; hoje é dia de comer uma castanha cozidinha. Cozidinha ou assadinha na fogueira a saltitar; hoje é dia de magusto vamos cantar e bailar. (tradicional) Uma música sobre o Ouriço, que pode ser o ínicio de uma explicação sobre o que “protege” a Castanha. Levem Ouriços, castanhas e folhas de castanheiro para as vossas salas, deixem-nos observar, tocar, cheirar, só tenham atenção é ao Ouriço, para que ninguém se magoe.  É uma actividade deliciosa que resulta muto bem e que as vossas crianças vão recordar durante muito tempo.

Outono

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Hoje deixo-vos uma pequena história de António Torrado, que faz jus à estação que acabou de chegar.  A última castanha Era uma castanha que estava como as outras, pendurada de um castanheiro. Chegando o tempo, as castanhas amadurecem e caem por si. Só que esta não caiu. - Estou bem onde estou e não quero aventuras – dizia. Uma a uma, as outras dos ramos iam caindo e rebolando pelo chão, protegidas pelo cobertor ouriçado que as cobria até ao nariz. Nariz é modo de dizer… Vinham os garotos, estalavam-lhe os ouriços e metiam-nos nos bolsos. A tímida e teimosa castanha desta história a tudo assistia do seu mirante e não gostava. - A mim não me levam eles – dizia. Era a única que sobrava em todo o castanheiro. As folhas a fugirem da árvore, sopradas pelo vento, e ela a afincar-se ao ramo, com unhas e dentes.   Unhas e dentes é um modo de dizer… Sozinha, desabrigada, não estava feliz. Nem infeliz. Sentia até uma ponta de orgulho por ter conseguido resistir tanto tempo. Um sabor de vitória qu...

Outono

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Hoje deixo-vos uma pequena história de António Torrado, que faz jus à estação que acabou de chegar.  A última castanha Era uma castanha que estava como as outras, pendurada de um castanheiro. Chegando o tempo, as castanhas amadurecem e caem por si. Só que esta não caiu. - Estou bem onde estou e não quero aventuras – dizia. Uma a uma, as outras dos ramos iam caindo e rebolando pelo chão, protegidas pelo cobertor ouriçado que as cobria até ao nariz. Nariz é modo de dizer… Vinham os garotos, estalavam-lhe os ouriços e metiam-nos nos bolsos. A tímida e teimosa castanha desta história a tudo assistia do seu mirante e não gostava. - A mim não me levam eles – dizia. Era a única que sobrava em todo o castanheiro. As folhas a fugirem da árvore, sopradas pelo vento, e ela a afincar-se ao ramo, com unhas e dentes.   Unhas e dentes é um modo de dizer… Sozinha, desabrigada, não estava feliz. Nem infeliz. Sentia até uma ponta de orgulho por ter conseguido resistir tanto tempo. Um sabor de vitória qu...