"Este país não é para velhos"
Ontem entusiasmei-me noite dentro e comecei a ler "Este país não é para velhos", de Cormac McCarthy. E passadas as primeiras páginas, a vontade era já não parar, tal o suspense em que nos deixamos logo embrenhar. Os irmãos Cohen seriam os responsáveis por lançar "Este país não é para velhos" nas luzes da ribalta, connvertendo-o num dos grandes êxitos comerciais e de critica. Fooram quatro os óscares: melhor filme, melhor realização, melhor argumento adaptado e melhor ator secundário. Aqui fica um bocadinho, para abrir o apetite: "Moss estava sentado, com os tacões das botas enterrados na grossa areia vulcânica da crista, a examinar o deserto abaixo de si com os binóculos alemães de ampliação doze. Chapéu empurrado para a nuca. Cotovelos apoiados nos joelhos. A arma presa a tiracolo com uma bandoleira de cabedal macio era uma espingarda de cano pesado, calibre 270, com uma culatra Mauser 98 e coronha laminada de bordo e nogueira, equipada com uma mira telescóp...