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Novo projeto pessoal e profissional

Bom dia. Quando se inicia um novo projeto as leituras passam a ser outras. Levo atrás de mim folhas de legislação, artigos sobre educação infantil e revistas temáticas sobre educação de infância. Troquei os meus livros de cabeceira. Leio pelo trabalho em que me envolvo, mas não sem prazer no que estou a fazer! Um novo projeto que saiu este ano, quentinho como pão acabado de fazer, barrado de manteiga... e só de pensar nisso vai dando fome. Continuo em busca de um sonho, porque ele não se conclui no iniciar de um novo ano, mas as perspetivas são boas. Agora são só cinco, mas mais virão depois. Crescer é algo que queremos fazer juntos, nós como família que nos envolvemos numa relação muito mais atribulada agora e quase sem tempo para passarmos em casa ou para falar de outras coisas que não sejam trabalho. A equipa educativa que começa pequenina, mas esperançosa, dinâmica, trabalhadora, empenhada e sonhadora. Os pais que nos apoiam e nos confiam o seu mais precioso tesouro. E assim começo...

"Sôbolos rios que vão"

Depois de ler "Ontem não te vi em Babilónia", terminar este segundo livro de António Lobo Antunes, foi um pouco mais complicado. Se no primeiro ainda mantive a esperança de me orientar neste tipo de escrita, tão diferente daquilo a que estou habituada, neste já não mantive qualquer ilusão. Não é um livro nada fácil. É precisa uma boa dose de paciência. Temos de encontrar um fio condutor na história o que neste caso não existe (perdoem-me mas eu não o encontrei) e deixarmo-nos levar pelo enredo. Não me foi possível fazê-lo. Se parasse simplesmente não conseguiria contar aquilo que tinha lido. Confesso que não terminei o livro e que saltei muitas páginas. Talvez noutra fase da minha vida, esteja mais madura, mais preparada para este tipo de livros, ou só porque os livros devam ser um escape e não um trabalho difícil de concluir.

"Sôbolos rios que vão"

Depois de ler "Ontem não te vi em Babilónia", terminar este segundo livro de António Lobo Antunes, foi um pouco mais complicado. Se no primeiro ainda mantive a esperança de me orientar neste tipo de escrita, tão diferente daquilo a que estou habituada, neste já não mantive qualquer ilusão. Não é um livro nada fácil. É precisa uma boa dose de paciência. Temos de encontrar um fio condutor na história o que neste caso não existe (perdoem-me mas eu não o encontrei) e deixarmo-nos levar pelo enredo. Não me foi possível fazê-lo. Se parasse simplesmente não conseguiria contar aquilo que tinha lido. Confesso que não terminei o livro e que saltei muitas páginas. Talvez noutra fase da minha vida, esteja mais madura, mais preparada para este tipo de livros, ou só porque os livros devam ser um escape e não um trabalho difícil de concluir.

"Sôbolos rios que vão"

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Neste momento, ainda ando à roda de "Sôbolos Rios que vão", de António Lobo Antunes. Sim porque não desisto facilmente e, se o primeiro foi difícil, este também não se revelou nada fácil. Neste livro, a história passa-se entre os últimos dias de Março e Abril de 2007. Após uma operação, o narrador ainda confuso pela anestesia e pelas dores, contando fragmentos das suas memórias e das suas fantasias. Fala-nos da sua família, da terra onde passou a sua infância e dos seus temores com a ideia de morte que toda a situação de doença lhe trouxe. O próprio titulo é uma incógnita. Desta feita ainda, o livro faz-nos passear pela mente de um homem perturbado. Não sendo fácil desenredar o real do imaginário. Um livro que tem tanto de literário, de romance, como de ficcional. Um texto por vezes puramente criativo, como se o escritor pusesse no papel todas as palavras que lhe surgem na mente, mas se assim fosse, quão arrumada esta mente poderia ser? Tal como referido na wikipedia, "A...

"Ontem não te vi em Babilónia"

Difícil. É assim que classifico este livro. Não é fácil parar uma página e seguir a leitura depois, porque com a mistura de pensamentos que ali desfilam, quando paramos, perdemos o fio à meada. E tentar desenredar essa meada, então ainda é mais complicado. Percebemos algumas das memórias (o suicídio na árvore, a caravana dos ciganos, a tortura às mãos da PIDE...) os lugares onde algumas ações se passaram, mas é muito complicado ler e entender este livro. Ainda não atingi o patamar em que percebo tudo o que leio, ou talvez nem seja mesmo para perceber. Para continuar a ler este livro de António Lobo Antunes, tive de parar um pouco e repensar o que tinha lido até aqui. Depois resolvi procurar alguma sinopse (que no livro em si, não existe) ou comentário sobre a obra deste grande escritor, em particular deste livro em especial. Assim, já comecei a entender um pouco melhor esta história, ou histórias. "Uma noite ninguém dorme, e durante a meia-noite a as cinco da manhã, as pessoas son...

"Ontem não te vi em Babilónia"

Difícil. É assim que classifico este livro. Não é fácil parar uma página e seguir a leitura depois, porque com a mistura de pensamentos que ali desfilam, quando paramos, perdemos o fio à meada. E tentar desenredar essa meada, então ainda é mais complicado. Percebemos algumas das memórias (o suicídio na árvore, a caravana dos ciganos, a tortura às mãos da PIDE...) os lugares onde algumas ações se passaram, mas é muito complicado ler e entender este livro. Ainda não atingi o patamar em que percebo tudo o que leio, ou talvez nem seja mesmo para perceber. Para continuar a ler este livro de António Lobo Antunes, tive de parar um pouco e repensar o que tinha lido até aqui. Depois resolvi procurar alguma sinopse (que no livro em si, não existe) ou comentário sobre a obra deste grande escritor, em particular deste livro em especial. Assim, já comecei a entender um pouco melhor esta história, ou histórias. "Uma noite ninguém dorme, e durante a meia-noite a as cinco da manhã, as pessoas son...

"A prisão do silêncio"

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É maravilhosa a forma como consegue descrever temas tão fortes e ao mesmo tempo prender-nos a um livro que nos descreve histórias reais! Apenas mudam os nomes dos personagens por questões deontológicas. Nos livros anteriores, ela era professora de alunos com deficiências quer mentais que físicas. Tinha uma turma com quem interagia diariamente, tentando criar laços que seriam fundamentais no decurso da evolução da criança. Neste livro, ela está numa clínica e é em contexto de consulta que cria a relação com as crianças. Desta vez, é com um jovem adolescente que Torey tem de trabalhar. Kevin é um jovem de 15 anos, que se "enjaula" a si mesmo entre as pernas da mesa e das cadeiras, escondendo-se assim dos seus próprios medos. Ao contrário dos vários profissionais pelos quais as crianças passavam, Torey desenvolvia uma relação de amizade com elas e o mesmo tenta fazer com este jovem, trabalhando em cada consulta para que ele confie suficientemente nela. Ao longo dos anos instituc...