sábado, 9 de maio de 2020

"O pacto"

Em setembro de 2012 li este belíssimo livro de Jodi Picoult, que me agarrou desde as primeiras linhas. Posso mesmo afirmar que foi um dos melhores livros que já li e que me fez apaixonar pela fantástica escrita da autora.


A história é sobre duas famílias, que se conhecem há cerca de dezoito anos e partilham tudo. Os filhos Chris e Emily são almas gémeas desde que nasceram e por isso ninguém estranha quando começam a namorar. 


Uma madrugada, os pais de Emily recebem uma chamada telefónica do hospital local e ninguém está preparado para entender o que estava a passar: Emily, com apenas dezassete anos, morreu devido a um tiro na cabeça, aparentemente resultante de um pacto suicida. Mas a arma que a matou contém ainda uma bala que Chris diz à polícia estar-lhe destinada. No entanto, uma detetive local tem sérias dúvidas de que essa seja a verdade.


Neste momento tão aterrador, os Harte e os Gold vão enfrentar o maior medo que um pai ou uma família podem sentir, a morte de um filho.  A dúvida entretanto fica no ar: será que conhecemos verdadeiramente os nossos filhos?


Neste livro, Picoult leva-nos a pensar sobre o certo e o errado, sobre a vida e a morte, num livro em que quase nos consegue levar até à mente de cada uma das personagens.

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